domingo, agosto 02, 2009
domingo, maio 24, 2009
coisas que direi aos meus filhos:
1-"filho, segue os teus sonhos. nós já tivemos a oportunidade de seguir os nossos. depois de o fazeres, se não resultar, arranja um emprego.";
2-"nunca sorrias ao veres um lugar vazio mesmo à porta do supermercado. quando chegares mais perto, vai lá estar um smart.";
3-"não arrelies a tua mãe. depois, ela vai-me dar na cabeça.";
4-"sê sempre verdadeiro para ti e para com os outros. se não conseguires, sê político.";
5-"a tua mãe sabe sempre o que é melhor para ti, mas mesmo que não faças o que ela diz, ela vai-te dar miminhos à mesma.";
6-"não bebas o whiskey do teu pai. quando arreliares a tua mãe, eu vou precisar dele.";
7-"nunca mintas a uma mulher. ela vai perceber e atirar-te isso à cara para toda a vida.";
8-"vai morar com uma rapariga apenas após terminares o curso. se for antes, a tua mãe vai achar que te estão a roubar.";
9-"nunca te esqueças de quanto eu e a tua mãe te amamos pois vais ter que nos aturar na nossa velhice.";
10-"não te metas em sarilhos ou nas drogas. isso significa o fim do meu casamento.";
11-"vai estudar para longe de nós. é a única forma da tua mãe aceitar saires debaixo das saias dela.";
12-"trata sempre a tua mulher comprespeito e carinho. assim, ela vai lá estar quando precisares.";
13-"casa-te com separação de bens. é a única forma de o fazerem sem interesse.";
14-"compra um barco. afinal, nunca sabes quando é que ela te vai pôr fora de casa.";
15-"quando ela te puser fora de casa, pega no barco e vai conhecer o mundo.";
16-"não vivas para o trabalho, mas aprecia aquilo que fazes.";
17-"nunca aceites trabalhar com o teu sogro. ficarás preso a uma casamento ou desempregado por causa do divórcio.";
18-"ama a tua esposa, e não ouses sequer olhar para a irmã dela.";
19-"mantem os teus amigos perto de ti. são eles que carregam alegremente com os teus defeitos.";
20-"não penses apenas em gozar o presente. sê paciente e planeia o futuro. por outro lado, não te agarres aos planos. simplesmente, usa-os como directivas."
21-"não julgues os teus pais. nós também já fomos jovens."
2-"nunca sorrias ao veres um lugar vazio mesmo à porta do supermercado. quando chegares mais perto, vai lá estar um smart.";
3-"não arrelies a tua mãe. depois, ela vai-me dar na cabeça.";
4-"sê sempre verdadeiro para ti e para com os outros. se não conseguires, sê político.";
5-"a tua mãe sabe sempre o que é melhor para ti, mas mesmo que não faças o que ela diz, ela vai-te dar miminhos à mesma.";
6-"não bebas o whiskey do teu pai. quando arreliares a tua mãe, eu vou precisar dele.";
7-"nunca mintas a uma mulher. ela vai perceber e atirar-te isso à cara para toda a vida.";
8-"vai morar com uma rapariga apenas após terminares o curso. se for antes, a tua mãe vai achar que te estão a roubar.";
9-"nunca te esqueças de quanto eu e a tua mãe te amamos pois vais ter que nos aturar na nossa velhice.";
10-"não te metas em sarilhos ou nas drogas. isso significa o fim do meu casamento.";
11-"vai estudar para longe de nós. é a única forma da tua mãe aceitar saires debaixo das saias dela.";
12-"trata sempre a tua mulher comprespeito e carinho. assim, ela vai lá estar quando precisares.";
13-"casa-te com separação de bens. é a única forma de o fazerem sem interesse.";
14-"compra um barco. afinal, nunca sabes quando é que ela te vai pôr fora de casa.";
15-"quando ela te puser fora de casa, pega no barco e vai conhecer o mundo.";
16-"não vivas para o trabalho, mas aprecia aquilo que fazes.";
17-"nunca aceites trabalhar com o teu sogro. ficarás preso a uma casamento ou desempregado por causa do divórcio.";
18-"ama a tua esposa, e não ouses sequer olhar para a irmã dela.";
19-"mantem os teus amigos perto de ti. são eles que carregam alegremente com os teus defeitos.";
20-"não penses apenas em gozar o presente. sê paciente e planeia o futuro. por outro lado, não te agarres aos planos. simplesmente, usa-os como directivas."
21-"não julgues os teus pais. nós também já fomos jovens."
terça-feira, maio 12, 2009
acordar
finalmente encontro algum tempo para vir dizer um "olá" àqueles leitores que ainda não se cansaram de passar por aqui e encontrar sempre o mesmo.
para voces, "olá".
estes últimos tempos tem sido, para mim, um tempo de instrospecção.
como se à distancia de um estalar de dedos me pudesse esconder da humanidade que me rodeia, assim o fiz.
depois de uma noite, de repente, a noite dentro da minha cabeça se fez dia e podemos dizer que eu acordei para o mundo, para o meu mundo.
as ideias tornaram-se claras e podemos dizer que, pela primeira vez na minha vida, eu vi.
e aquilo que eu vi, não foi bonito. a abertura dos meus olhos permitiu-me olhar para o dentro do meu ser, das minhas escolhas, daquilo que alcancei e daquilo que sempre quis alcançar.
aquilo que eu encontrei à nova luz dos meus olhos foi, simplesmente, o silêncio de uma noite escuro de onde eu julgava ter acordado.
apercebi-me disso e, espero, apercebi-me disso a tempo.
eu sei que ninguém muda da noite para o dia e eu mais não sou, apesar de nunca o admitir, mais do que humano.
apercebi-me que não sei da minha força, apercebi-me que não sei onde foi parar aquela pessoa que eu era e que, porra, aquela pessoa que eu adorava ser.
tenho saudades de ser essa pessoa. essa é a verdade. sinto falta da minha vida, sinto falta da minha garra, sinto falta de ser o senhor do meu destino.
em poucas palavras, sinto falta de mim, sinto falat de ver os meus objectivos bem longe e sorrir porque iria ser uam caminhada memorável.
sinto falta de sentir e foi nisso que acordei. acordei para o meu dia que continua a ser noite porque deixei de ser eu, deixei de sorrir ferozmente perante uma adversidade.
eu apercebi-me que eu já não era eu.
e digo-vos, pior que estar morto é olhar todos os dias para um cadáver.
foi nisso que acordei. agora, o que tenho a fazer é simples. aliás, posso dizer que já começou a minha "libertação". dentro em breve, vocês saberão do que falo.
até lá, ainda é muito cedo e ainda não passa mais do que um desejo.
por enquanto, vou à luta, vou começar de novo a fazer aquilo que sempre me fez.
vou voltar a ser eu, custe o que custar, doa a quem doer, mesmo que me magoe a mim.
vou ter que ir em frente e encontrar aquilo que eu perdi.
aquilo que eu perdi é muito mais importante do que aquilo que eu alguma vez posso encontrar pelo caminho: eu.
perdi-me e vou encontrar-me, vou procurar os meus objectivos, vou procurar os meus sonhos, vou procurar os meus "daqui a quatro anos", vou procurar o meu espírito caído, vou encontrá-lo e vou erguer-me.
provavelmente, não escreverei muito por estas bandas até alcançar aquilo que eu me proponho, mas voltarei a fazê-lo.
prometo.
para voces, "olá".
estes últimos tempos tem sido, para mim, um tempo de instrospecção.
como se à distancia de um estalar de dedos me pudesse esconder da humanidade que me rodeia, assim o fiz.
depois de uma noite, de repente, a noite dentro da minha cabeça se fez dia e podemos dizer que eu acordei para o mundo, para o meu mundo.
as ideias tornaram-se claras e podemos dizer que, pela primeira vez na minha vida, eu vi.
e aquilo que eu vi, não foi bonito. a abertura dos meus olhos permitiu-me olhar para o dentro do meu ser, das minhas escolhas, daquilo que alcancei e daquilo que sempre quis alcançar.
aquilo que eu encontrei à nova luz dos meus olhos foi, simplesmente, o silêncio de uma noite escuro de onde eu julgava ter acordado.
apercebi-me disso e, espero, apercebi-me disso a tempo.
eu sei que ninguém muda da noite para o dia e eu mais não sou, apesar de nunca o admitir, mais do que humano.
apercebi-me que não sei da minha força, apercebi-me que não sei onde foi parar aquela pessoa que eu era e que, porra, aquela pessoa que eu adorava ser.
tenho saudades de ser essa pessoa. essa é a verdade. sinto falta da minha vida, sinto falta da minha garra, sinto falta de ser o senhor do meu destino.
em poucas palavras, sinto falta de mim, sinto falat de ver os meus objectivos bem longe e sorrir porque iria ser uam caminhada memorável.
sinto falta de sentir e foi nisso que acordei. acordei para o meu dia que continua a ser noite porque deixei de ser eu, deixei de sorrir ferozmente perante uma adversidade.
eu apercebi-me que eu já não era eu.
e digo-vos, pior que estar morto é olhar todos os dias para um cadáver.
foi nisso que acordei. agora, o que tenho a fazer é simples. aliás, posso dizer que já começou a minha "libertação". dentro em breve, vocês saberão do que falo.
até lá, ainda é muito cedo e ainda não passa mais do que um desejo.
por enquanto, vou à luta, vou começar de novo a fazer aquilo que sempre me fez.
vou voltar a ser eu, custe o que custar, doa a quem doer, mesmo que me magoe a mim.
vou ter que ir em frente e encontrar aquilo que eu perdi.
aquilo que eu perdi é muito mais importante do que aquilo que eu alguma vez posso encontrar pelo caminho: eu.
perdi-me e vou encontrar-me, vou procurar os meus objectivos, vou procurar os meus sonhos, vou procurar os meus "daqui a quatro anos", vou procurar o meu espírito caído, vou encontrá-lo e vou erguer-me.
provavelmente, não escreverei muito por estas bandas até alcançar aquilo que eu me proponho, mas voltarei a fazê-lo.
prometo.
sexta-feira, maio 01, 2009
tempo
chegou a altura que o esperava.
assim, do nada, como um presságio, como uma mensagem que me diz que já estou há muito tempo parado.
chegou a altura de ganhar a aposta.
assim, do nada, como um presságio, como uma mensagem que me diz que já estou há muito tempo parado.
chegou a altura de ganhar a aposta.
segunda-feira, abril 20, 2009
...
Não sei bem como, nem sei bem porquê, mas sei que tenho de me encontrar.
Somehow, afastei-me de mim, afastei-me daquilo que sou e daquilo que quero ser.
Não sei bem como aqui vim parar, nem sequer porque é que aconteceu assim. Sei que o caminho foi longo e, possivelmente, já não há um regresso possível.
Como é que aconteceu, não sei. Porque aconteceu, não sei.
De facto, não posso dizer que saiba muita coisa neste momento.
Só sei de uma coisa: sei que tenho de me encontrar, de voltar a ser eu mesmo e de me erguer como outrora fiz.
É isso que me falta: aquele sentimento de autenticidade que me caracterizava, aquela sensação de saber o que queria, aquela verdade de ser eu próprio.
Já não me lembro de quando o perdi. Só sei que, a dada altura, olhei e já não estava lá.
Não sei para onde foi, não sei se fui eu que o perdi ou se se foi, simplesmente, embora.
Pode ter sido isso. Se calhar, é o mais provável.
Sei que, neste momento, resta a máscara a que chamo cara mas que não diz nada sobre a alma dentro mim.
Estou a precisar de mudar de vida, estou a precisar de mudar-me a mim mesmo.
De facto, estou a precisar de descer à terra e deixar o meu corpo por lá, de separar-me de mim e de toda a minha carga. Estou a precisar de ser outra pessoa. Estou a precisar de ser o eu que já fui, mas não mais me lembro de alguma vez ter sido.
Há quem tire férias do trabalho, há quem se despeça das outras pessoas e há quem se separe de outrem.
Eu preciso de me despedir de mim mesmo, preciso de abraçar um novo projecto: um novo eu.
O resto? O resto são recordações e, como tal, não existem. São passado e o passado não nos toca. Olhamos para traz e recordamos, mas não é real. Já foi. Agora, pouco mais passa do que uma imagem embaciada que temos na carteira.
Podem ficar as recordações, mas dali não pode vir mais nada. Mesmo que se queira, não vem. É por isso que é passado, é por isso que não nos toca.
Preciso de me ir embora de mim mesmo, de me despedir de mim mesmo e abraçar outro eu.
Preciso de um eu que seja feliz.
Somehow, afastei-me de mim, afastei-me daquilo que sou e daquilo que quero ser.
Não sei bem como aqui vim parar, nem sequer porque é que aconteceu assim. Sei que o caminho foi longo e, possivelmente, já não há um regresso possível.
Como é que aconteceu, não sei. Porque aconteceu, não sei.
De facto, não posso dizer que saiba muita coisa neste momento.
Só sei de uma coisa: sei que tenho de me encontrar, de voltar a ser eu mesmo e de me erguer como outrora fiz.
É isso que me falta: aquele sentimento de autenticidade que me caracterizava, aquela sensação de saber o que queria, aquela verdade de ser eu próprio.
Já não me lembro de quando o perdi. Só sei que, a dada altura, olhei e já não estava lá.
Não sei para onde foi, não sei se fui eu que o perdi ou se se foi, simplesmente, embora.
Pode ter sido isso. Se calhar, é o mais provável.
Sei que, neste momento, resta a máscara a que chamo cara mas que não diz nada sobre a alma dentro mim.
Estou a precisar de mudar de vida, estou a precisar de mudar-me a mim mesmo.
De facto, estou a precisar de descer à terra e deixar o meu corpo por lá, de separar-me de mim e de toda a minha carga. Estou a precisar de ser outra pessoa. Estou a precisar de ser o eu que já fui, mas não mais me lembro de alguma vez ter sido.
Há quem tire férias do trabalho, há quem se despeça das outras pessoas e há quem se separe de outrem.
Eu preciso de me despedir de mim mesmo, preciso de abraçar um novo projecto: um novo eu.
O resto? O resto são recordações e, como tal, não existem. São passado e o passado não nos toca. Olhamos para traz e recordamos, mas não é real. Já foi. Agora, pouco mais passa do que uma imagem embaciada que temos na carteira.
Podem ficar as recordações, mas dali não pode vir mais nada. Mesmo que se queira, não vem. É por isso que é passado, é por isso que não nos toca.
Preciso de me ir embora de mim mesmo, de me despedir de mim mesmo e abraçar outro eu.
Preciso de um eu que seja feliz.
domingo, abril 19, 2009
quarta-feira, abril 15, 2009
As melhores amigas
Tenho uma amiga que anda à procura de casa e, quiçá, outra rapariga com quem dividir a renda, e a casa, já que tem de ser.
Isto deixou-me a pensar.
As mulheres movem-se sempre aos pares. É uma coisa natural, e não adianta começaram a barafustar que vocês não são assim e só se forem as outras porque, convenhamos, vocês são mesmo assim.
Não tenho nada contra esse facto das mulheres se moverem aos pares. É perfeitamente natural, tanto como os homens se deslocarem em manada para o estádio de futebol ou irem tomar uma (várias) cerveja com os amigos.
Tal como os homens se movem em manada para esses e outros sítios, as mulheres fazem o mesmo. Podemos dizer que é uma questão de sobrevivência. Afinal contas, uma míuda sozinha na noite pode configurar uma situação perigosa, assim como, mesmo que ela procure essa situação perigosa, convém ter sempre alguém a seu lado.
As mulheres também se deslocam e vivem aos pares por questões de inteçligência emocional.
Afinal de contas, uma mulher sozinha vai sentir-se sempre mais fragilizada ao encetar um qualquer contacto com o macho dominante. Por outro lado, se tiver a sua “wing woman” ao lado, ela vai sentir-se poderosa o suficiente para o diminuir, gozar com ele, ou mesmo levá-lo a perder a cabeça com as suas graças e propostas porque sabe que estará segura com a sua amiga ao lado.
É assim que funcionam as mulheres. Vivem juntas, morrem juntas, “Bad girls for life”.
Contudo, há uma coisa a salientar neste fenómeno comportamental da amizade feminina um requisito que tem de ser cumprido de forma a que esta ligação possa dar frutos e não quebre como copos de cristal na prateleira da jaula do elefante:
Os dois espécimes de género feminino, de forma a que sejam as melhores amigas, não podem ser as duas aquilo a que os homens cientificamente classificam de “PODRES DE BOAS”.
É verdade, e sim, eu sei que sou um porco chauvinista e um cabrão sem sentimentos e um merdas e tudo o mais que me quiserem chamar.
Contudo, reparem bem à vossa volta.
As mulheres rodeiam-se de outras mulheres, mas, nesse grupo existe uma hierarquia psicológica e a verdade é que só pode haver uma fêmea dominante.
É ela a “GAJA BOA” que faz o grupo mover-se e também é ela que tem a maior descontracção para levar os interesses do grupo adiante. Também é a fêmea dominante que saca o primeiro macho.
Atenção, não estou a dizer que nesta relação de amizade entre mulheres, uma tenha que ser gira e a outra obrigatoriamente feia. O que estou a dizer é que uma não pode nunca ser tão gira como a outra.
Isto acontece porque as mulheres necessitam de se afirmar nas suas relações, nas suas vidas e na forma como são vistas pelos outros.
Ora, aí está o motivo pelo qual duas mulheres incrivelmente boas não podem ser amigas: deixaria de haver a miúda menos gira e, consequentemente, a fêmea dominante o que iria colocar em causa toda a ordem dos seus universos.
A miúda menos gira existe por uma questão de contraste, de fazer a outra parecer ainda ,melhor e claro, não sendo uma ameaça à fêmea dominante, é a única em quem esta pode confiar.
Do lado da fêmea submissa, acontece o mesmo. Até pode ser gira, mas não tem confiança suficiente para agir sozinha, ou então é mesmo um estafermo.
Ela, por seu lado, dá graças por se dar com uma fêmea dominante que a acolhe e permite fazer parilha com ela.
Afinal de contas, com a fêmea dominante, ela será notada e, mesmo que, do par, seja a segunda escolha, terá sempre muito mais hipóteses de sucesso.
Assim, vemos na amizade feminina uma relação de subserviência de um espécime em relação ao outro, o que nos permite aferir do grau de calculismo existente na cabeça de uma mulher.
Pronto, podem agora as minhas leitoras vir ao de cima e, após insultar-me, argumentar que que tem as melhores amigas e todas vocês são podres de boas e tesudas e isto e aquilo.
Nesta situação, só vos posso dizer uma coisa: na vossa relação de amizade com outra mulher, não serão vocês a fêmea subserviente?
Isto deixou-me a pensar.
As mulheres movem-se sempre aos pares. É uma coisa natural, e não adianta começaram a barafustar que vocês não são assim e só se forem as outras porque, convenhamos, vocês são mesmo assim.
Não tenho nada contra esse facto das mulheres se moverem aos pares. É perfeitamente natural, tanto como os homens se deslocarem em manada para o estádio de futebol ou irem tomar uma (várias) cerveja com os amigos.
Tal como os homens se movem em manada para esses e outros sítios, as mulheres fazem o mesmo. Podemos dizer que é uma questão de sobrevivência. Afinal contas, uma míuda sozinha na noite pode configurar uma situação perigosa, assim como, mesmo que ela procure essa situação perigosa, convém ter sempre alguém a seu lado.
As mulheres também se deslocam e vivem aos pares por questões de inteçligência emocional.
Afinal de contas, uma mulher sozinha vai sentir-se sempre mais fragilizada ao encetar um qualquer contacto com o macho dominante. Por outro lado, se tiver a sua “wing woman” ao lado, ela vai sentir-se poderosa o suficiente para o diminuir, gozar com ele, ou mesmo levá-lo a perder a cabeça com as suas graças e propostas porque sabe que estará segura com a sua amiga ao lado.
É assim que funcionam as mulheres. Vivem juntas, morrem juntas, “Bad girls for life”.
Contudo, há uma coisa a salientar neste fenómeno comportamental da amizade feminina um requisito que tem de ser cumprido de forma a que esta ligação possa dar frutos e não quebre como copos de cristal na prateleira da jaula do elefante:
Os dois espécimes de género feminino, de forma a que sejam as melhores amigas, não podem ser as duas aquilo a que os homens cientificamente classificam de “PODRES DE BOAS”.
É verdade, e sim, eu sei que sou um porco chauvinista e um cabrão sem sentimentos e um merdas e tudo o mais que me quiserem chamar.
Contudo, reparem bem à vossa volta.
As mulheres rodeiam-se de outras mulheres, mas, nesse grupo existe uma hierarquia psicológica e a verdade é que só pode haver uma fêmea dominante.
É ela a “GAJA BOA” que faz o grupo mover-se e também é ela que tem a maior descontracção para levar os interesses do grupo adiante. Também é a fêmea dominante que saca o primeiro macho.
Atenção, não estou a dizer que nesta relação de amizade entre mulheres, uma tenha que ser gira e a outra obrigatoriamente feia. O que estou a dizer é que uma não pode nunca ser tão gira como a outra.
Isto acontece porque as mulheres necessitam de se afirmar nas suas relações, nas suas vidas e na forma como são vistas pelos outros.
Ora, aí está o motivo pelo qual duas mulheres incrivelmente boas não podem ser amigas: deixaria de haver a miúda menos gira e, consequentemente, a fêmea dominante o que iria colocar em causa toda a ordem dos seus universos.
A miúda menos gira existe por uma questão de contraste, de fazer a outra parecer ainda ,melhor e claro, não sendo uma ameaça à fêmea dominante, é a única em quem esta pode confiar.
Do lado da fêmea submissa, acontece o mesmo. Até pode ser gira, mas não tem confiança suficiente para agir sozinha, ou então é mesmo um estafermo.
Ela, por seu lado, dá graças por se dar com uma fêmea dominante que a acolhe e permite fazer parilha com ela.
Afinal de contas, com a fêmea dominante, ela será notada e, mesmo que, do par, seja a segunda escolha, terá sempre muito mais hipóteses de sucesso.
Assim, vemos na amizade feminina uma relação de subserviência de um espécime em relação ao outro, o que nos permite aferir do grau de calculismo existente na cabeça de uma mulher.
Pronto, podem agora as minhas leitoras vir ao de cima e, após insultar-me, argumentar que que tem as melhores amigas e todas vocês são podres de boas e tesudas e isto e aquilo.
Nesta situação, só vos posso dizer uma coisa: na vossa relação de amizade com outra mulher, não serão vocês a fêmea subserviente?
quinta-feira, abril 09, 2009
arcos
terça-feira, abril 07, 2009
pensamento do dia
“Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinhos, outros riem por saber que espinhos têm rosas.”
Confúcio
Confúcio
segunda-feira, abril 06, 2009
foi um dia...
não posso dizer que o dia de hoje tenha sido extraordinário.
não resolvi nenhuma crise internacional ou fiz algum daqueles discursos que enchem toda a gente de esperança.
não posso dizer que hoje pude pôr em prática todos os conhecimentos que adquiri ao longo da vida e fui considerado um génio pelo patrão.
também não posso dizer que, durante a hora de almoço encontrei a angelina jolie que me raptou para um quarto de hotel e teve sexo louco e selvagem comigo.
igualmente, não posso dizer que ganhei o euromilhões e fui aproveitar a campanha de abates e perdi a cabeça no satnd da bentley.
não posso dizer que aconteceram essas coisas todas porque, vá, convenhamos, não aconteceram.
não obstante, não posso dizer que não foi um dia extraordinário.
não me aconteceu nada de extraordinário, mas, por outro lado, passei o dia a me acontecerem pequenas coisas.
oh, e hoje aconteceram muitas pequenas coisas.
hoje tive um bom dia. estive a trabalhar naquilo em que realmente gosto de fazer.
hoje tive um bom dia. sorri e cantei e sorriram e cantaram comigo.
hoje tive um bom dia. recebi boas notícias daqueles de quem gosto.
hoje tive um bom dia. o sol esteve a sorrir para mim.
hoje tive um bom dia. senti-me feliz, senti-me bem, não pensei nos problemas e, de facto, nem sequer pensei no futuro.
hoje tive um bom dia e escolhi apreciar o dia que tive, de o saborear sem pensar no amanhã porque é incerto nem no ontem porque já não existe. mas o dia de hoje existe. existe e está a ser um bom dia. estou a gostar, estou a apreciá-lo.
não resolvi nenhuma crise internacional ou fiz algum daqueles discursos que enchem toda a gente de esperança.
não posso dizer que hoje pude pôr em prática todos os conhecimentos que adquiri ao longo da vida e fui considerado um génio pelo patrão.
também não posso dizer que, durante a hora de almoço encontrei a angelina jolie que me raptou para um quarto de hotel e teve sexo louco e selvagem comigo.
igualmente, não posso dizer que ganhei o euromilhões e fui aproveitar a campanha de abates e perdi a cabeça no satnd da bentley.
não posso dizer que aconteceram essas coisas todas porque, vá, convenhamos, não aconteceram.
não obstante, não posso dizer que não foi um dia extraordinário.
não me aconteceu nada de extraordinário, mas, por outro lado, passei o dia a me acontecerem pequenas coisas.
oh, e hoje aconteceram muitas pequenas coisas.
hoje tive um bom dia. estive a trabalhar naquilo em que realmente gosto de fazer.
hoje tive um bom dia. sorri e cantei e sorriram e cantaram comigo.
hoje tive um bom dia. recebi boas notícias daqueles de quem gosto.
hoje tive um bom dia. o sol esteve a sorrir para mim.
hoje tive um bom dia. senti-me feliz, senti-me bem, não pensei nos problemas e, de facto, nem sequer pensei no futuro.
hoje tive um bom dia e escolhi apreciar o dia que tive, de o saborear sem pensar no amanhã porque é incerto nem no ontem porque já não existe. mas o dia de hoje existe. existe e está a ser um bom dia. estou a gostar, estou a apreciá-lo.
Bloggers de todo o mundo, uni-vos!
Confissões
Hoje apetece-me pôr tudo cá para fora e dizer toda a verdade sobre toda a minha vida.
Por isso, aqui vai:
Eu sou extraordinário!
Por isso, aqui vai:
Eu sou extraordinário!
quarta-feira, abril 01, 2009
domingo, março 29, 2009
será que tenho jeito?
foi um dia diferente que me deixou a pensar no assunto.
acho que sim, talvez...
acho que sim, talvez...
domingo, março 22, 2009
aposto que não consegues...
é engraçado como quando um bando de juristas se junta, o tema tem que acabar sempre à volta da análise jurídica de um qualquer tema.
é que o tema de conversa até pode ser "qual foi o maior camafeu com que tu acordaste ao lado depois de uma noite de bebedeira?" ( e foi) que vai acabar na tutela do interesse do pai em opôr-se à realização de um aborto (e acabou).
acho que é mais forte do que nós, e também começo a perceber porque é que a maioria dos juristas que conheço são casados com outros juristas.
é que, de facto, acho que mais ninguém tem capacidade de nos aturar...
mas enfim, ao menos quando não estamos perto de pessoas "da nossa espécie", e nos esforçarmos por isso, até conseguimos ter umas conversas animadas e frutíferas.
é possível que haja ainda esperança para nós!!!
é que o tema de conversa até pode ser "qual foi o maior camafeu com que tu acordaste ao lado depois de uma noite de bebedeira?" ( e foi) que vai acabar na tutela do interesse do pai em opôr-se à realização de um aborto (e acabou).
acho que é mais forte do que nós, e também começo a perceber porque é que a maioria dos juristas que conheço são casados com outros juristas.
é que, de facto, acho que mais ninguém tem capacidade de nos aturar...
mas enfim, ao menos quando não estamos perto de pessoas "da nossa espécie", e nos esforçarmos por isso, até conseguimos ter umas conversas animadas e frutíferas.
é possível que haja ainda esperança para nós!!!
sexta-feira, março 20, 2009
também me engano
porque um homem admite quando se engana, aqui vai:
estava errado em relação a ti, as minhas suposições não tinham cabimento e as minhas palavras foram demasiado crúeis.
DESCULPA!
estava errado em relação a ti, as minhas suposições não tinham cabimento e as minhas palavras foram demasiado crúeis.
DESCULPA!
segunda-feira, março 16, 2009
civismo

a falta de civismo das pessoas continua a entristecer-me.
para os padrões dos tempos actuais, pode-se dizer que o meu carro não é propriamente pequeno.
até é grandito. admito.
e pelas dimensões do meu carro, eu sou um condutor que tem sempre um certo cuidado na forma como estaciona o seu carro.
muita boa gente chama-me "picuinhas" por isso.
inclusive, houve já pessoas que se chatearam comigo por não estacionar o carro onde elas disseram para estacionar porque se tratava de um local, embora perfeitamente adequado às dimensões do meu carro, era um local de estacionamento proibido.
até posso ser picuinhas. admito, mas faço-o a pensar em mim e nos outros.
afinal de contas, não faço aquilo que não gosto que me façam a mim e, consequentemente, tenho sempre o cuidado de estacionar em local de estacionamento permitido e ter o cuidado de estacionar com distancia suficiente dos outros carros de forma a que nem eles tenham dificuldades em sair do estacionamento devido ao meu carro, nem eu tenha dificuldade em sair por causa do deles.
não faço nada de especial ou extraordinário. é uma questão de respeito e civismo.
assim, e uma vez que eu sou um condutor que respeita os outros condutores, admito que me entristece acontecerem-me situações como as de hoje em que estacionei a uma distancia conservadora do veículo em frente e, quando saio do trabalho (cedo, por acaso), não consegui aproveitar o resto do meu dia porque me deparo com dois veículos a barrarem-me por completo a saído do meu.
é indecente o que as pessoas fazem para estacionar a porcaria dos carros e ainda é mais indecente que, não contentes por me bloquearem a saída do meu carro por completo e eu é que levo com as favas de ficar duas horas à espera para poder seguir com a minha vida, ainda estacionem em cima de uma passadeira.
é uma falta de civismo que eu não compreendo, até porque não faço tais coisas, mas é engraçado como as pessoas estacionam, bloqueiam os carros dos outros e nem sequer se importam que o carro fique parcialmente em cima de uma passadeira, podendo causar até atropelamentos, ou que a pessoa que ficou bloqueada fique horas imóvel porque não tem como sair.
isto já me aconteceu três vezes.
isto irrita-me, isto revolta-me e isto enoja-me enquanto condutor cumpridor do código e enquanto cidadão pagador de impostos.
assim, resolvi o assunto.
não, não foi desta que usei os meus para-choques de aço, mas foi hoje que chamei a polícia e o reboque.
perspectivas
são coisas que eu reparo. nada de mais, nada de menos.
não são verdades, não são mentiras.
são as coisas como eu as vejo e, concerteza, serão diferentes para os outros que olham o mesmo.
são perspectivas. nada mais.
não somos iguais, ninguém vê realmente o mesmo e, no fim do dia, ninguém tem razão.
é relativo. na verdade, tudo é relativo. acho que é essa a única certeza que posso ter: que tudo é relativo.
ou talvez não seja, mas é assim que o vejo.
é como o monge que se isola do mundo para alcançar a plenitude. se voltar e tiver que socializar-se, concerteza não verá o mesmo que eu.
é uma perspectiva, assim como outra qualquer.
tu que estás ao meu lado, não vês o mundo como eu o vejo. talvez porque usas óculos, talvez porque o jogo de cores não é mais que uma miragem...
perspectivas... são essas as nossas verdades, ou talvez não sejam.
se calhar são só as minhas. as vossas serão concerteza diferentes.
perspectivas. nada mais que perspectivas.
não são verdades, não são mentiras.
são as coisas como eu as vejo e, concerteza, serão diferentes para os outros que olham o mesmo.
são perspectivas. nada mais.
não somos iguais, ninguém vê realmente o mesmo e, no fim do dia, ninguém tem razão.
é relativo. na verdade, tudo é relativo. acho que é essa a única certeza que posso ter: que tudo é relativo.
ou talvez não seja, mas é assim que o vejo.
é como o monge que se isola do mundo para alcançar a plenitude. se voltar e tiver que socializar-se, concerteza não verá o mesmo que eu.
é uma perspectiva, assim como outra qualquer.
tu que estás ao meu lado, não vês o mundo como eu o vejo. talvez porque usas óculos, talvez porque o jogo de cores não é mais que uma miragem...
perspectivas... são essas as nossas verdades, ou talvez não sejam.
se calhar são só as minhas. as vossas serão concerteza diferentes.
perspectivas. nada mais que perspectivas.
domingo, março 15, 2009
patas de coelho

pequena curiosidade: sabiam que antes de criarem os amuletos com patas de coelho, eram usados ossos humanos?
as pessoas de então, usavam amuletos feitos a partir de outras pessoas porque acreditavam que lhes trazia sorte.
se traziam ou não, não sei e o mais certo é que não passassem de superstições.
no entanto, curiosamente, acredito que haja pessoas com um certo poder especial para atrair a sorte, somehow.
por exemplo, tenho um amigo com quem adoro ir ao casino.
não sei se ele aprecia tanto como eu o facto de irmos ao casinho. provavelmente não, dado que, cada vez que faz uma pequena aposta, por muito pequena ou grande que seja, o certo é que acaba sempre por ir para casa de mãos a abanar. é verdade. nunca vi aquele homem ganhar um único tostão.
curiosamente, cada vez que vou com ele ao casino, saio de lá sempre com um mínimo de EUR 100,00 no bolso.
talvez ele seja uma espécie de pata de coelho.
ontem, por exemplo, fui ao casino sem ele e estoirei EUR 20,00 em segundos sem hipotese de os recuperar.
Tenho, por outro lado, uma amiga que, cada vez que saio com ela, acabo sempre por ter bebidas à pala. está bem, ela é gira e, muito provavelmente, não tem nada a ver com a sorte, mas com a líbido dos machos em volta. still, tenho bebidas à pala.
pensando nestes fenómenos e fazendo um pequeno exercício de introspecção (sim, tenho feito muito disso nos últimos tempos), e fazendo o levantamento de inúmeras situações do meu passado (tanto o distante como o mais recente), apercebi-me de uma coisa excepcional:
acontecem coisas boas às pessoas que me são próximas.
às vezes, pequenas coisas. outras, não tão pequenas, mas, acontecem.
apercebi-me disso nestes últimos dois dias e tenho que admitir que é verdade. (podem não acreditar. eu também não acreditaria, mas que acontecem, acontecem).
essas coisas não acontecem apenas por alguém me estar próximo, mas revejo nos acontecimentos passados que, àsa pessoas de quem gosto, e quando ajudei, coisas boas aconteceram. muitas vezes, não foi mais que uma simples presença, mas lá que trouxe bons frutos, trouxe.
é o que tenho constatado: quando as pessoas se aproximam, os seus desejos acabam por se cumprir. quando se afastam, nem tanto.
não sei se sou um amuleto, ou são tudo coincidências (se calhar, é o mais certo), mas coisas vão acontecendo, isso vão.
foi esta a reflexão do meu dia. agora, façam favor é de nem vos passar pela cabeça cortar-me aos pedaços. só funciona se estiver bem vivinho e inteiro...
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