às vezes, é preciso saber dizer "não".
o problema é quando, apesar de saber que temos de o dizer, nos vai saber tão bem dizer "sim".
por muito que saibamos que, se clhar, é melhor para nós não fazer aquela coisita que nós sabemos que nos vai roubar tempo de qualidade, mas, por outro lado, se nos vai roubar tempo que gostaríamos de ter para, sei lá, ir às compras de natal, ou até ir comer um bom bife àquele restaurante onde sabemos que vamos ser bem servidos, mas não conseguimos dizer "não" a um desafio e saber até onde conseguimos chegar.
eu acredito que todos nós somos movidos pelos desafios.
tanto na nossa vida profissional, como na nossa vida social, acho que não há uma pessoa (bem, talvez haja, mas não vou ponderar essas existências porque me estragam a filosofia...) que não acredite que consegue fazer mais e melhor e não o tentar fazer.
é algo que nasce connosco e não desaparece.
afinal de contas, quem é que não quer ser o melhor lá do escritório, encontrar o principe encantado ou a mulher dos seus sonhos e zarparem nuva aventura, só porque são capazes?
exijam a perfeição. o resto vem por si...
terça-feira, novembro 25, 2008
domingo, novembro 23, 2008
sábado à noite
gps não funciona.
a pedir indicações, também mal nos safamos.
mas lá se chega. restaurante acolhedor, boa comida, bom ambiente.
pela pancadinha que o empregado me deu nas costas, também me parece que estva em boa companhia... ;)
poiso seguinte, hmm, melhor pedir algumas informações: 20 pedidos, 20 respostas diferentes. acho também passamos 20 vezes pelo mesmo sítio.
"olha, policia municipal"...
sim, eles devem saber. hmm, se calhar esperamos que o senhor aprenda como se desça o vidro. pois... está dificil... ah, já tá... hmm, não tem muito bem a certeza onde possa ser...
tudo bem, era mesmo ali ao lado...
hmm..., sitio interessante... cultura... livros, pintura, concertos, ah, e copos...
hmm,... interessante o conceito... beber um copo, enquanto aprendemos o existencialismo e ouvimos um recital de piano... bom!
aquele sujeito trás de nós tem é um ar um pouco estranho... quer dizer, pedófilo... , mas o ambiente é bom...
vamos dançar?... hmm, vamos para o nosso poiso... ok...
aquela senhora já ali estva da ultima vez... hmm, acho que está a tentar juntar-se a nós... é melhor não... pois...
"a tua mulher?"... "está no ataque..." ... pois... relação interessante... "se fosses mulhr dele, também estarias...", "pressupostos errados, nunca seria mulher dele...", uff...
nota: não me desiquilibrar... click... dei-te cabo das costas...
DESCULPA... :(
hmm... "boa sorte"... vamos para casa!!!
Resumo: uma noite como todas as outras: diferente e divertida.
a pedir indicações, também mal nos safamos.
mas lá se chega. restaurante acolhedor, boa comida, bom ambiente.
pela pancadinha que o empregado me deu nas costas, também me parece que estva em boa companhia... ;)
poiso seguinte, hmm, melhor pedir algumas informações: 20 pedidos, 20 respostas diferentes. acho também passamos 20 vezes pelo mesmo sítio.
"olha, policia municipal"...
sim, eles devem saber. hmm, se calhar esperamos que o senhor aprenda como se desça o vidro. pois... está dificil... ah, já tá... hmm, não tem muito bem a certeza onde possa ser...
tudo bem, era mesmo ali ao lado...
hmm..., sitio interessante... cultura... livros, pintura, concertos, ah, e copos...
hmm,... interessante o conceito... beber um copo, enquanto aprendemos o existencialismo e ouvimos um recital de piano... bom!
aquele sujeito trás de nós tem é um ar um pouco estranho... quer dizer, pedófilo... , mas o ambiente é bom...
vamos dançar?... hmm, vamos para o nosso poiso... ok...
aquela senhora já ali estva da ultima vez... hmm, acho que está a tentar juntar-se a nós... é melhor não... pois...
"a tua mulher?"... "está no ataque..." ... pois... relação interessante... "se fosses mulhr dele, também estarias...", "pressupostos errados, nunca seria mulher dele...", uff...
nota: não me desiquilibrar... click... dei-te cabo das costas...
DESCULPA... :(
hmm... "boa sorte"... vamos para casa!!!
Resumo: uma noite como todas as outras: diferente e divertida.
doutores????
no meio dos episódios todos que se passam numa noite diferente, como outra qualquer, eis que vou ao bar buscar bebidas para os dois.
com a demora que os barmen estavam a demorar, reparei que, ao meu lado, estava um senhor que eu já conhecia há largos anos. funcionário da faculdade, com quem lidei inumeras vezes enquanto nos meus tempos de associação.
pode-se mesmo dizer que até o conhecia relativamente bem, e havia uma certa confiança.
perguntou-me como estava, se já tinha acabado o curso, se já estava a trabalhar... essas coisas normais. nada de especial.
quando disse que já, começou automaticamente a tratar-me por "dr.".
disse-lhe que não o fizesse, que não era necessário nem, tendo em conta o ambiente onde estavamos, apropriado. pedi-lhe que não o fizesse. afinal de contas, a única coisa que eu fiz foi acabar um curso e que isso não era nada de especial. não me sentia melhor nem pior com isso e, de facto, tratar-me por "dr." nem era algo assim de tão extraordinário, além do facto do senhor já me conhecer há uns bons cinco anos. não precisava de proceder àquele tratamento.
e eis que el me responde com "dr. eu posso trabalhar na garagem, e sei onde é o meu lugar e como se devem tratar as pessoas. os doutores lá na faculdade exigem e dizem "oiça lá, sabe com quem está a falar? olhe que eu sou doutor...", por isso devem-se tratar as pessoas pelos títulos"...
fiquei abismado com o que ouvi a boca daquele homem. é que, "os doutores exigem...".
ora, eu até posso ser novo nestas coisas de ser dr., não sei, mas... que merda é esta?
aquele homem procede a este tratamento porque eles exigem e zangam-se e não se squecem de colocar aquele homem no seu sítio: na garagem.
pois bem, acho isso um bocadinho triste e, sinceramente, só pessoas com uma auto-estima muito baixa e com uns horizontes muito limitados podem exigir um tratamento assim.
não digo que não se deva usar o trato, mas exigi-lo. meus amigos, todos bardamerda.
um grau adquire-se pelos onhecimentos demonstrados, ou pelos amigos que se têm..., mas disso não falo agora, mas pelos vistos, a dignidade de usar não se encontra inerente ao mesmo.
para receber o justo tratamento, comportem-se como tal e mereçam-no. não o exijam só porque o são pois, tal como eu, muitos se lembram das figuras tristes que vocês fazem e as violações éticas que praticam.
querem ser tratados por "doutores"? comportem-se como tal.
eu dou mais sinais de respeito `quele senhor que está a batalhar para fazer o curso profissional para acabar o 12º...
merdas...
com a demora que os barmen estavam a demorar, reparei que, ao meu lado, estava um senhor que eu já conhecia há largos anos. funcionário da faculdade, com quem lidei inumeras vezes enquanto nos meus tempos de associação.
pode-se mesmo dizer que até o conhecia relativamente bem, e havia uma certa confiança.
perguntou-me como estava, se já tinha acabado o curso, se já estava a trabalhar... essas coisas normais. nada de especial.
quando disse que já, começou automaticamente a tratar-me por "dr.".
disse-lhe que não o fizesse, que não era necessário nem, tendo em conta o ambiente onde estavamos, apropriado. pedi-lhe que não o fizesse. afinal de contas, a única coisa que eu fiz foi acabar um curso e que isso não era nada de especial. não me sentia melhor nem pior com isso e, de facto, tratar-me por "dr." nem era algo assim de tão extraordinário, além do facto do senhor já me conhecer há uns bons cinco anos. não precisava de proceder àquele tratamento.
e eis que el me responde com "dr. eu posso trabalhar na garagem, e sei onde é o meu lugar e como se devem tratar as pessoas. os doutores lá na faculdade exigem e dizem "oiça lá, sabe com quem está a falar? olhe que eu sou doutor...", por isso devem-se tratar as pessoas pelos títulos"...
fiquei abismado com o que ouvi a boca daquele homem. é que, "os doutores exigem...".
ora, eu até posso ser novo nestas coisas de ser dr., não sei, mas... que merda é esta?
aquele homem procede a este tratamento porque eles exigem e zangam-se e não se squecem de colocar aquele homem no seu sítio: na garagem.
pois bem, acho isso um bocadinho triste e, sinceramente, só pessoas com uma auto-estima muito baixa e com uns horizontes muito limitados podem exigir um tratamento assim.
não digo que não se deva usar o trato, mas exigi-lo. meus amigos, todos bardamerda.
um grau adquire-se pelos onhecimentos demonstrados, ou pelos amigos que se têm..., mas disso não falo agora, mas pelos vistos, a dignidade de usar não se encontra inerente ao mesmo.
para receber o justo tratamento, comportem-se como tal e mereçam-no. não o exijam só porque o são pois, tal como eu, muitos se lembram das figuras tristes que vocês fazem e as violações éticas que praticam.
querem ser tratados por "doutores"? comportem-se como tal.
eu dou mais sinais de respeito `quele senhor que está a batalhar para fazer o curso profissional para acabar o 12º...
merdas...
quinta-feira, novembro 20, 2008
a chatice de ser feliz...
não tenho muito que me queixar!
se isto continua assim, o raio do blog perde qualidade...
se isto continua assim, o raio do blog perde qualidade...
segunda-feira, novembro 10, 2008
hmm...
para as pessoas que me conhecem, acho que não é novidade nenhuma que eu gosto imenso de carros.
todos os meus amigos reparam que, passando pelo quiosque para comprar tabaco ou o jornal do dia, tenho de trazer a automotor, a autofoco, a autohoje ou algo do género.
gosto de carros.
há quem goste de comprar roupa. eu gosto de carros.
mas eu não gosto apenas dos carros novos, das super-máquinas ou dos TT mais eficazes que nos levam ao cume do everest enquanto nos aquecem o chá e nos fazem uma massagem (sim, há carros que fazem isso...).
gosto, particularmente, de carros clássicos.
não sei bem porquê. não sei se é pelo facto de serem de outras eras e já andaram por cá há mais tempo do que eu e por todos os períodos pelos quais já passaram. não sei se é pela sua simplicidade, mas boa construção, pelos interiores que, ao contrário dos carros de hoje, eram esculpidos à mão, ou até pelo facto de serem produzidos da forma que deveriam ser, sem as ajudas electrónicas dos de hoje que quase nos obrigam a tirar um curso de engenharia apara ligar o motor, ou pelo facto de serem criados simplesmente pela emoção de serem e não serem cosntrangidos pelas soluções de espaço, conforto ou constrangimentos ambienatais que travam os bólides de hoje.
talvez seja antes pelo estilo que tinham, e têm, por aquele design que os faz aparecer e ser quase impossível confundi-los com qualquer outro carro.
talvez sejam todas os motivos citados. não sei, mas sei que gosto.
um dia, assim que conseguir amealhar um dinheirinho que permita o devaneio ( e com os dias que correm, não me parece lá muito fácil...), acho que não vou comprar um carro novo.
acho que faria melhor investimento em comprar um bom clássico, um carro fiável, de uma outra era, as que não me desvalorize como os carros de agora o fazem.
talvez por isso, além das revistas já referidas, ando sempre a comprar revistas de clássicos (a maioria inglesas que são onde se conseguem as melhores criticas e os melhores negócios).
ora, para quem me conhece, também já deve ter reparado que, no momento da compra do meu clássico, a minha escolha terá que recair, obrigatóriamente, num Mercedes.
toda a gente tem uma panca, não é?
pois bem, a minha são os mercedes.
talvez por isso, ande à procura de 280's da época de '70.
são bons carros, tanto as berlinas como os desportivos, e é uma óptima e fiável forma de ter os meus primeiros clássicos.
são bons carros, com um motor generoso que permite as nossas aceleradelas, de vez em quando, e, pelo menos, para mim, tem imenso estilo.
são comfortáveis, não chegam a poluir tanto como o meu pequeno 190d, e aqueles intreriores em couro (da altura em que ainda eram os interiores feitos de pele de vaca verdadeira)praticamente cosidos à mão são sinais de um luxo que hoje já não há.
carros rápidos e confortáveis.
é claro que, por vezes, temos que pensar bem na nossa vida e tentar entender se são mesmo aquilo que nos convém.
afinal de contas, é perfeitamente possível encontrar um desses exemplares por um preço bem em conta, sem estar a qualidade ou fiabilidade da estrutura e motor postos em causa.
por outro lado, há que pensar que também são carros exigentes.
dão-nos tudo que nós queremos, mas temos de fazer as contas porque nos vão exigir uma garagem que lhes proteja a pintura do frio e vão ter que mudar óleo mais frequentemente que o clio de todos os dias.
como se isto não bastasse, os 280's são carros com potência, e que não fogem a um desafio na estrada não olhando para a idade que apresentam no livrete mas, além de não ser aconselhável andar com o motor sempre em alta, não se vão coibir de consumir os seus 20 litrinhos de 98...
são bons carros e desejo mesmo ter um.
contudo, às vezes também sou obrigado a recuar pois, na minha posição, ainda não me posso dar ao luxo de usá-los como carros do dia-a-dia, assim como ainda não tenho posses para os ter enquanto carro do fim-de-semana.
são escolhas difíceis, estas.
vai valendo a parte de ainda não ter dinheiro para ter de as tomar... :)
todos os meus amigos reparam que, passando pelo quiosque para comprar tabaco ou o jornal do dia, tenho de trazer a automotor, a autofoco, a autohoje ou algo do género.
gosto de carros.
há quem goste de comprar roupa. eu gosto de carros.
mas eu não gosto apenas dos carros novos, das super-máquinas ou dos TT mais eficazes que nos levam ao cume do everest enquanto nos aquecem o chá e nos fazem uma massagem (sim, há carros que fazem isso...).
gosto, particularmente, de carros clássicos.
não sei bem porquê. não sei se é pelo facto de serem de outras eras e já andaram por cá há mais tempo do que eu e por todos os períodos pelos quais já passaram. não sei se é pela sua simplicidade, mas boa construção, pelos interiores que, ao contrário dos carros de hoje, eram esculpidos à mão, ou até pelo facto de serem produzidos da forma que deveriam ser, sem as ajudas electrónicas dos de hoje que quase nos obrigam a tirar um curso de engenharia apara ligar o motor, ou pelo facto de serem criados simplesmente pela emoção de serem e não serem cosntrangidos pelas soluções de espaço, conforto ou constrangimentos ambienatais que travam os bólides de hoje.
talvez seja antes pelo estilo que tinham, e têm, por aquele design que os faz aparecer e ser quase impossível confundi-los com qualquer outro carro.
talvez sejam todas os motivos citados. não sei, mas sei que gosto.
um dia, assim que conseguir amealhar um dinheirinho que permita o devaneio ( e com os dias que correm, não me parece lá muito fácil...), acho que não vou comprar um carro novo.
acho que faria melhor investimento em comprar um bom clássico, um carro fiável, de uma outra era, as que não me desvalorize como os carros de agora o fazem.
talvez por isso, além das revistas já referidas, ando sempre a comprar revistas de clássicos (a maioria inglesas que são onde se conseguem as melhores criticas e os melhores negócios).
ora, para quem me conhece, também já deve ter reparado que, no momento da compra do meu clássico, a minha escolha terá que recair, obrigatóriamente, num Mercedes.
toda a gente tem uma panca, não é?
pois bem, a minha são os mercedes.
talvez por isso, ande à procura de 280's da época de '70.
são bons carros, tanto as berlinas como os desportivos, e é uma óptima e fiável forma de ter os meus primeiros clássicos.
são bons carros, com um motor generoso que permite as nossas aceleradelas, de vez em quando, e, pelo menos, para mim, tem imenso estilo.
são comfortáveis, não chegam a poluir tanto como o meu pequeno 190d, e aqueles intreriores em couro (da altura em que ainda eram os interiores feitos de pele de vaca verdadeira)praticamente cosidos à mão são sinais de um luxo que hoje já não há.
carros rápidos e confortáveis.
é claro que, por vezes, temos que pensar bem na nossa vida e tentar entender se são mesmo aquilo que nos convém.
afinal de contas, é perfeitamente possível encontrar um desses exemplares por um preço bem em conta, sem estar a qualidade ou fiabilidade da estrutura e motor postos em causa.
por outro lado, há que pensar que também são carros exigentes.
dão-nos tudo que nós queremos, mas temos de fazer as contas porque nos vão exigir uma garagem que lhes proteja a pintura do frio e vão ter que mudar óleo mais frequentemente que o clio de todos os dias.
como se isto não bastasse, os 280's são carros com potência, e que não fogem a um desafio na estrada não olhando para a idade que apresentam no livrete mas, além de não ser aconselhável andar com o motor sempre em alta, não se vão coibir de consumir os seus 20 litrinhos de 98...
são bons carros e desejo mesmo ter um.
contudo, às vezes também sou obrigado a recuar pois, na minha posição, ainda não me posso dar ao luxo de usá-los como carros do dia-a-dia, assim como ainda não tenho posses para os ter enquanto carro do fim-de-semana.
são escolhas difíceis, estas.
vai valendo a parte de ainda não ter dinheiro para ter de as tomar... :)
domingo, novembro 09, 2008
sábado, novembro 08, 2008
old????
vamos todos mudando.
não digo que deixemos de ser os mesmos idiotas, mas, de alguma forma, acabamos por já não querer fazer as mesmas coisas.
continuamos a gostar de as fazer, mas sabe bem, de vez em quando, em vez de sair do trabalho e rumar para um jantar bem regado, seguido de mais uns copos pela noite fora, ficar antes por casa, na ronha a imaginar o frio que estará lá fora enquanto ficamos cá dentro, no quentinho.
não creio que sejamos uma geração envelhecida precocemente.
apenas vamos aproveitando todas as experiências que a vida nos reserva. nem que seja apenas o prazer de uma noite calma... :)
não digo que deixemos de ser os mesmos idiotas, mas, de alguma forma, acabamos por já não querer fazer as mesmas coisas.
continuamos a gostar de as fazer, mas sabe bem, de vez em quando, em vez de sair do trabalho e rumar para um jantar bem regado, seguido de mais uns copos pela noite fora, ficar antes por casa, na ronha a imaginar o frio que estará lá fora enquanto ficamos cá dentro, no quentinho.
não creio que sejamos uma geração envelhecida precocemente.
apenas vamos aproveitando todas as experiências que a vida nos reserva. nem que seja apenas o prazer de uma noite calma... :)
domingo, novembro 02, 2008
ri-te macambúzio...
o importante é ser versátil e ter a companhia certa para a ocasião.
ir jantar a sítio diferente, escondidinho a lisboa a que estamos habituados, pedir um bife, receber o bife e, no momento em que saboriamos o bife, encontrar a tampa do molho no prato pode ser chato.
por outro lado, com a companhia certa, transforma-se apenas num ponto alto da noite e garante gargalhadas genuinas para boa parte da noite. :)
usar um gps para encontrar o sitio escondidinho e, mesmo assim, andar uns quilómetros para lá do destino pode ser chato.
on the other hand, com a companhia certa, dará para conhecer aqueles prédios erfeitamente normais, mas que, relamente, não conhecíamos. :)
usar uma camisola de gola alta dá jeito para a noite, não dá para a dicoteca. é chato.
por outro lado, ameaçar tirá-la e expôr uma peça de indumentária ainda mais à frente, com a companhia certa, leva a inúmeras gargalhadas que duram umas boas 5 horas. :)
ver um condutor tresloucado a conduzir aos "ss" por cima de um pavimento cheio de crateras mesmo em direcção a nós pode ser chato.
por outro lado, com a companhia certa, bem que podia ser pior.
pior como? hmm, talvez ir comer um hamburguer a uma roulote frequentada por pessoas de aparencia e comporatmento duvidoso prestes a começar uma briga pelo preço de uma cerveja, vbem..., pode ser chato.
agora, se levarmos a companhia certa, é só mais um sítio para puxar mais um passinho de dança...
aquilo que realmente importa é ter a companhia certa que nos faz sentir bem independentemente do quão estranha pode ser a situação de ter que fazer um pequeno desvio até quase à amadora para chegar às bandas das docas quando estavamos em belém.
é importante rir e rir com vontade.
é importante ter com quem rir e quem nos puxe o riso.
claro que também também é importante ter quem nos aguente qando não paramos de cantar boney m e tentamos fazer as coreografias na rua, no carro, na roulote.
assim, acho que é seguro afirmar que a noite podia tinha de tudo para ser uma noite de qualidade média-baixa.
por outro lado, com a companhia, 5 estrelas...
ir jantar a sítio diferente, escondidinho a lisboa a que estamos habituados, pedir um bife, receber o bife e, no momento em que saboriamos o bife, encontrar a tampa do molho no prato pode ser chato.
por outro lado, com a companhia certa, transforma-se apenas num ponto alto da noite e garante gargalhadas genuinas para boa parte da noite. :)
usar um gps para encontrar o sitio escondidinho e, mesmo assim, andar uns quilómetros para lá do destino pode ser chato.
on the other hand, com a companhia certa, dará para conhecer aqueles prédios erfeitamente normais, mas que, relamente, não conhecíamos. :)
usar uma camisola de gola alta dá jeito para a noite, não dá para a dicoteca. é chato.
por outro lado, ameaçar tirá-la e expôr uma peça de indumentária ainda mais à frente, com a companhia certa, leva a inúmeras gargalhadas que duram umas boas 5 horas. :)
ver um condutor tresloucado a conduzir aos "ss" por cima de um pavimento cheio de crateras mesmo em direcção a nós pode ser chato.
por outro lado, com a companhia certa, bem que podia ser pior.
pior como? hmm, talvez ir comer um hamburguer a uma roulote frequentada por pessoas de aparencia e comporatmento duvidoso prestes a começar uma briga pelo preço de uma cerveja, vbem..., pode ser chato.
agora, se levarmos a companhia certa, é só mais um sítio para puxar mais um passinho de dança...
aquilo que realmente importa é ter a companhia certa que nos faz sentir bem independentemente do quão estranha pode ser a situação de ter que fazer um pequeno desvio até quase à amadora para chegar às bandas das docas quando estavamos em belém.
é importante rir e rir com vontade.
é importante ter com quem rir e quem nos puxe o riso.
claro que também também é importante ter quem nos aguente qando não paramos de cantar boney m e tentamos fazer as coreografias na rua, no carro, na roulote.
assim, acho que é seguro afirmar que a noite podia tinha de tudo para ser uma noite de qualidade média-baixa.
por outro lado, com a companhia, 5 estrelas...
sábado, novembro 01, 2008
work work work...
não acredito lá muito no dia das bruxas.
é uma daquelas tradições com as quais não cresci. se calhar é por isso que não acho muita piada em mascarar-me nesse dia. se calhar, foi por isso que não me mascarei.
por outro lado, também não é um dia em que podemos ser lá muito originais.
vá, no carnaval, num baile de máscaras, em afins, sempre temos uma margem mais larga de propostas para nos mascararmos.
agora, no halloween, estamos confinados a ser vampiros, mortos-vivos ou bruxos...
sim, ok, também há o cavaleiro sem cabeça, mas tentem lá enfiar uma cerveja pela goela abaixo com esse disfarce... não é nada fácil.
talvez por essas razões, ou, simplesmente, porque nem se lembraram, ontem, andamos orgulhosamente normais... :) e continuou a ser uma boa noite.
divertimo-nos, falamos da vid, bebemos uns copos (ok... eu bebi uns copos, eles foram acompanhando...) e fizemos aquilo que já não faziamos há algum tempo: estar juntos.
de facto, ao longo que o tempo vai passando, e as responsabilidades surgindo, vamos acabando por voltar menos àqueles sitios que nos dizem alguma coisa.
continuamos todos (ou quase), mas vamos alterando um bocadinho os programas.
em vez da noite da pesada, vai sendo uma noite de copos;
em vez da noite de copos, se calhar é melhor fazer um café alargado;
em vez do café alargado, se calhar é mesmo melhor um cafézinho lá na rua porque amanhã acordamos cedo e aquele projecto requer alguma atenção;
em vez do cafézinho lá da rua, é mesmo melhor combinar um almoço de 30 minutos porque aquele projecto requer mesmo muita atenção... e por aí adiante.
se calhar, estamos a ser consumidos por essa coisa que nos ocupa 75% do nosso dia.
bem, ao menos, quando estamos juntos, uma vez que vamos trabalhando em áreas diferentes, não falamos muito em trabalho.
espera, falamos.
mas, tomamos conciencia disso e mudamos de assunto para algo que não seja de trabalho.
por exemplo, gajas.
"oh pá, espera aí, é que lá no escritório há uma miuda de comer e chorar por mais" e pronto, lá voltamos nós a falar do trabalho...
pronto, trabalhamos 75% do nosso dia e no tempo de lazer falamos de trabalho.
é um bocadinho triste. quer dizer, não é.
é chato, até parece que as nossas vidas são dominadas pelo que fazemos.
não sei.
também pode ser por estarmos todos entusiasmados e com aquele sentimento de que o mundo é a nossa ostra e conseguiremos alcançar aquele pontinho um bocadinho mais além do infinito.
o que é que posso dizer? somos jovens que estão agora a dar os promeiros passos e temos ennergia para isto, para aquilo e para mais alguma coisa.
acho normal. nem só disso vive o homem, mas das coisas que não envolvem trabalho, falamos com os nossos colegas de escritório.
afinal de contas, há que equilibrar as coisas
PS: para o gaj0 da concorrência que conheci ontem, por muito que digas que não, quando chegares àquela fase em que podes comprar um Ferrari, vais ver a luz e comprar o Aston Martin.
É inevitável...
é uma daquelas tradições com as quais não cresci. se calhar é por isso que não acho muita piada em mascarar-me nesse dia. se calhar, foi por isso que não me mascarei.
por outro lado, também não é um dia em que podemos ser lá muito originais.
vá, no carnaval, num baile de máscaras, em afins, sempre temos uma margem mais larga de propostas para nos mascararmos.
agora, no halloween, estamos confinados a ser vampiros, mortos-vivos ou bruxos...
sim, ok, também há o cavaleiro sem cabeça, mas tentem lá enfiar uma cerveja pela goela abaixo com esse disfarce... não é nada fácil.
talvez por essas razões, ou, simplesmente, porque nem se lembraram, ontem, andamos orgulhosamente normais... :) e continuou a ser uma boa noite.
divertimo-nos, falamos da vid, bebemos uns copos (ok... eu bebi uns copos, eles foram acompanhando...) e fizemos aquilo que já não faziamos há algum tempo: estar juntos.
de facto, ao longo que o tempo vai passando, e as responsabilidades surgindo, vamos acabando por voltar menos àqueles sitios que nos dizem alguma coisa.
continuamos todos (ou quase), mas vamos alterando um bocadinho os programas.
em vez da noite da pesada, vai sendo uma noite de copos;
em vez da noite de copos, se calhar é melhor fazer um café alargado;
em vez do café alargado, se calhar é mesmo melhor um cafézinho lá na rua porque amanhã acordamos cedo e aquele projecto requer alguma atenção;
em vez do cafézinho lá da rua, é mesmo melhor combinar um almoço de 30 minutos porque aquele projecto requer mesmo muita atenção... e por aí adiante.
se calhar, estamos a ser consumidos por essa coisa que nos ocupa 75% do nosso dia.
bem, ao menos, quando estamos juntos, uma vez que vamos trabalhando em áreas diferentes, não falamos muito em trabalho.
espera, falamos.
mas, tomamos conciencia disso e mudamos de assunto para algo que não seja de trabalho.
por exemplo, gajas.
"oh pá, espera aí, é que lá no escritório há uma miuda de comer e chorar por mais" e pronto, lá voltamos nós a falar do trabalho...
pronto, trabalhamos 75% do nosso dia e no tempo de lazer falamos de trabalho.
é um bocadinho triste. quer dizer, não é.
é chato, até parece que as nossas vidas são dominadas pelo que fazemos.
não sei.
também pode ser por estarmos todos entusiasmados e com aquele sentimento de que o mundo é a nossa ostra e conseguiremos alcançar aquele pontinho um bocadinho mais além do infinito.
o que é que posso dizer? somos jovens que estão agora a dar os promeiros passos e temos ennergia para isto, para aquilo e para mais alguma coisa.
acho normal. nem só disso vive o homem, mas das coisas que não envolvem trabalho, falamos com os nossos colegas de escritório.
afinal de contas, há que equilibrar as coisas
PS: para o gaj0 da concorrência que conheci ontem, por muito que digas que não, quando chegares àquela fase em que podes comprar um Ferrari, vais ver a luz e comprar o Aston Martin.
É inevitável...
terça-feira, outubro 28, 2008
profundos desejos fúteis de um romântico coração de pedra socialista com uma pequena queda para o capitalismo selvagem...
não sei bem o que vai acontecer na minha vida. tenho um plano,mas, esse, está sempre a mudar...
de qualquer forma, lá me vou apercebendo que sempre há momentos que, apesar de não estarem no plano, ou não terem sido planeados para acontecerem daquela forma, roçam a perfeição.
assim, apercebi-me que quero mais desses momentos, que quero viver mais, que quero só mais um bocadinho de qualidade de vida.
não devo estar a "inventar a roda" quando digo que todos gostamos de pequenos luxos.
nada de especial. há mesmo quem ache que isso é cumprir os sonhos.
não sei se é isso, mas há coisas que, apesar de não me fazerem feliz, seriam capazes de me pôr um pequeno sorriso nos lábios. e dos lábios é que vem a felicidade. afinal de contas, ninguém gosta de alguém carrancudo.
sou feliz com o que tenho, mas não consigo deixar de pensar, pelo descrito supra, que podia ser um bocadinho melhor.
são aquelas pequenas nuances.
is it bad to get what you want?
acho que não.
por isso é que nos levantamos todos os dias e lutamos por algo.
se não o fazemos, deviamos...
de qualquer forma, lá me vou apercebendo que sempre há momentos que, apesar de não estarem no plano, ou não terem sido planeados para acontecerem daquela forma, roçam a perfeição.
assim, apercebi-me que quero mais desses momentos, que quero viver mais, que quero só mais um bocadinho de qualidade de vida.
não devo estar a "inventar a roda" quando digo que todos gostamos de pequenos luxos.
nada de especial. há mesmo quem ache que isso é cumprir os sonhos.
não sei se é isso, mas há coisas que, apesar de não me fazerem feliz, seriam capazes de me pôr um pequeno sorriso nos lábios. e dos lábios é que vem a felicidade. afinal de contas, ninguém gosta de alguém carrancudo.
sou feliz com o que tenho, mas não consigo deixar de pensar, pelo descrito supra, que podia ser um bocadinho melhor.
são aquelas pequenas nuances.
is it bad to get what you want?
acho que não.
por isso é que nos levantamos todos os dias e lutamos por algo.
se não o fazemos, deviamos...
segunda-feira, outubro 27, 2008
citação do dia:
"meu caro, nós temos um entendimento com Nossa Senhora de Fátima.
nós não tratamos maleitas e ela não trata de impostos..."
nós não tratamos maleitas e ela não trata de impostos..."
segunda-feira, outubro 20, 2008
No topo do mundo... :)

há dias bons.há dias em que me levanto, cheio de energia, faço a barba, tomo banho, limpo o espelho e, ao olhar para lá, me sinto instanteneamente bem por ser eu próprio.
há dias em que sabe bem, chegar à garagem, pegar no meu "cavalo branco" e rumar pela via rápida, ainda sem carros para o trabalho e sentir que, logo que saio daquele elevador, estou a ajudar alguém. ok, talvez não esteja a ajudar os pobres e desfavorecidos, mas sabe bem ajudar na mesma... :)
há dias em que nos sentimos bem. que chegamos a casa, deitamos a mala para um canto, o fato para o outro, vestimos um fato-de-treino e nos sabe bem correr, suar, deitar tudo cá para fora e cair de cansado, mas, ao mesmo tempo, sentir que ainda há energia para correr mais vinte.
há dias em que parece que o grupo de amigos nunca mais acaba, que não me consigo sentir sozinho, desde os dias de semana até à agitação do fim-de-semana em que nunca sabemos onde vamos para a seguir...
há desses dias em que me sinto bem na minha pele, que me sinto no topo do mundo e ainda a caminho de algo mais alto.
há dias bons...
estes tem-no sido, concerteza!!!
sábado, outubro 11, 2008

o meu menino fez anos.
a maior parte das pessoas. pronto...ok... ninguém percebe realmente a minha fixação com o meu carro.
as pessoas não percebem porque é que adoro tanto o meu carro, apesar de ser branco, e porque é que não faço como todos os outros e compro um carro novo, ou semi-novo, que me dure alguns anos para, depois, trocar por outro exactamente no mesmo esquema.
também já devo ter ouvido todas as piadas possíveis acerca do meu carro e é rara a pessoa que não entre lá dentro sem dizer uma graçola (se calhar, com essa atitude, deixam de entrar...).
pois bem, eu não os percebo e eles nem tentam perceber-me a mim.
pois bem, eu não percebo a piada de ter um carro mais novito que não é aquilo que queremos que nos vai aguentar por uns anitos, sem ser nada de especial, e, depois, arranja-se outro carrito no mesmo esquema que nos vai aguentar mais uns anitos e por aí continuam...
pá, eu não consigo pensar assim. eu não consigo, sequer, pensar em livrar-me do meu carro.
isso é aplicar aos carros a filosofia do mcdonalds.
pá, não posso pensar assim.
um carro, acreditem ou não, é capaz de ser a coisa que mais está presente na nossa vida.
é aquilo que nos acompanha para todo o lado, que nos acompanha nas viagens lisboa-porto, com o rádio ligado, sem se queixar da velocidade excessiva.
o carro é aquela coisa que está presente na altura de mudar de casa e levar as tralhas todas.
querem um exemplo mais gritante?
quantas namoradas( ou namorados) é que já tiveram que aguentassem mais tempo convosco do que o vosso carro? ah, pois é... bébés...
e por que é que eu não me posso fazer acompanhar por outro carro?
é fácil, o meu menino reflecte quem sou.
o meu menino é como eu: original. não há outro como ele e, acreditem, é muito bom ser único.
não há outra pessoa que os outros reconheçam tão rapidamente através da presença de um simples carro estacionada em qualqer sitio do que eu.
eu adoro o meu carro e não o troco. talvez compre outro, mas este fica comigo. não para os filhos e netos. é meu, o meu menino, o meu companheiro e aquele que amplia a minha presença original. e foi por isso que andei cinco anos à procura dele.
e este mês, o pequenito está mais crescido, está mais distinto,está um passo mais perto de se tornar o clássico que merece ser.
happy 21st...
quinta-feira, outubro 09, 2008
tinhas razão

alguém, certo dia, me falou de uma teoria.
fazia algum sentido, apesar de nenhum de nós percebermos muito bem the point.
contudo, fazia sentido.
era algo sobre as coisas acabarem.
as partes decidem (ou uma decide), vai cada um para seu lado e ficamos por ali.
faz sentido. afinal de contas, se acabou, porque raio é que não iria cada um para seu lado?
é que nem faria sentido ser de outra forma.
pá, e não é mau. afinal de contas, já lá dizia castelo branco (o vergílio. não o josé) que "a morte de amor é coisa que um tal de garrett inventou"... e não é que o homem ( que vá, convenhamos, também tinha uma legitimidade daquelas para dizer isso, mas...) até estava certo?
mas enfim, não me desviando muito do assunto.
as pessoas continuam. fazem a sua vida, às vezes bem, outras nem tanto, mas vão vivendo.
são bons estes intervalos.
é nessas alturas que as pessoas olham mais para o que está à sua volta e, depois de um sofrimento que é sempre compreensivel ,as que acaba por passar, acontece.
lá vem, de tempos a tempos, depois de já não haver mais nada, um "eu estou aqui".
já repararam no quão verídico isto é?
lá no fim de um mês que já não lebra a ninguém, depois de não se estar à espera de rigorosamente mais nada, lá vem um telefonema, uma mensagem, porra, até um e-mail, só a dizer "ola, ainda ando por aqui...".
não percebo qual é o objectivo disto.
afinal de contas, não se diz aí, se pensarem, nada.
não há ali sentimento, não há preocupação. se respondermos, nem uma resposta de volta há.
não serviu para nada, a não ser para nos lembrar que ainda existe.
pensando nestas coisas, tenho de me virar para ti e dizer-te que tinhas razão, assim como eu também estava certo quando te expliquei que servia esse acto para "marcar o território".
domingo, outubro 05, 2008
mudanças


todos acabamos por mudar.
uns para melhor. outros, bem, para algo que não melhor.
é a lei da vida e poucas são as pessoas por quem esse fenómeno de mudança passa ao lado.
afinal de contas, se olharem para as vossas fotos de há dez anos atrás, vão reparar que, apesar de continuarem a ter a vossa imagem, ela mudou.
seja porque já não se usam aquele tipo de calças, seja porque mudaram o penteado (falando a sério, não usem o mesmo penteado por dez anos seguidos. isso não é parar no tempo. é morrer para o mundo...), seja porque, pura e simplesmente, não há grande coisa a fazer em relação ao aperecimento das rugas e dos cabelos brancos, ou à queda dos mesmos...
às vezes, mudamos porque nos apetece. evoluímos, ou regredimos, porque a dada altura da nossa vida tomamos a decisão de ser um pouco diferentes.
outras vezes, mudamos por motivos profissionais. provavelmente ninguem nos vai levar muito a sério naquele escritório se continuarmos a usar o cabelo comprido que usavamos no tempo de faculdade enquanto nos vestíamos todos de preto. não sei.
depois, há sempre uma terceira via dos factos que nos levam a mudar, relativamente relacionado com o segundo motivo: a sociedade em que nos inserimos.
pensem bem, há duzentos anos atrás, os homens usavam todos cabelo comprido. aqueles que já não tinham cabelo (acontece a todos) usavam peruca. era fashion, era moda, era a época.
com os tempos, foram as modas mudando e lá foram os homens cortando o cabelo cada vez mais curto.
não porque gostavam ou deixavam de gostar.
era o conceito sócio-económico em que se inseriam.
ora, se até agora estava a cingir o meu post à mudança de penteados, na verdade, o que eu estou a escrever é algo sobre a mudança que nos afecta a todos.
afinal de contas, as coisas mudam e as pessoas mudam com elas.
o sujeito que há vinte anos atrás entrava numa discoteca com fato amarelo e camisa cor-de-rosa, provavelmente, ou não, nos dias de hoje já leva umas cores mais sóbrias. mudou, talvez porque não quisesse, mas porque a sociedade assim o obrigou.
e bem, não são apenas as pessoas que mudam.
muda tudo.
mudam as casas que habitamos, mudam os carros que conduzimos (com excepção do meu...), mudam até as marcas a que nos habituamos.
que o diga o simpático bonequinho que encontramos quando nos dirigiamos ao multibanco, sempre sorridente, a piscar os olhinhos enquanto nos indicava que queria que inserissemos o nosso cartão para que ele nos pudesse dar o rico dinheirinho.
pois é. fruto da sociedade em que vivemos e do meio perigoso em que o bonequinho do multibanco se movimenta, o bonequinho perdeu algumas das suas caracteristicas. está mais simples, sem tantos detalhes. provavelmente porque já não tem tanta liquidez (crise financeira?) e, como se não bastasse, tem agora o coitado os dois braços no ar, já se preparando para ser rapatado, mais uma vez, enfiado na mala de uma qualquer carrinha topo-de-gama que acabou de trocar de detentor por carjacking, assaltado e, por fim, abandonado numa qualquer valeta, sozinho e indefeso.
sinais dos tempos, tempos dificeis.
quarta-feira, outubro 01, 2008
lool

"Uma empresa de vestuário japonesa inventou a solução ideal para homens e mulheres demasiado ocupados para irem à lavandaria a seco: um fato de lã Merino que pode ser lavado no chuveiro. Numa altura em que se encontram já disponíveis nas lojas fatos laváveis à máquina e “non-iron”, o Konaka Group afirma que a sua gama Shower Clean é única. No website da empresa nipónica estão disponíveis as instruções que lhe permitem dominar a técnica de limpeza perfeita, bem como fotografias que orientam mesmo os mais inexperientes em assuntos domésticos.
Os fatos podem ser lavados no decorrer de um duche quente (a 40o C) sem detergente e não necessitam de ser passados a ferro. Deverão ser colocados do avesso, colocados num cabide e vaporizados com água quente durante uns minutos. Seguidamente, deve-se repetir o processo do outro lado, antes de serem deixados a secar, após o que voltarão à sua forma original. Bastam duas horas e ficam prontos a serem usados no dia seguinte.
Com uma estrutura cava de tecido, o fato permite a fácil circulação de ar possuindo misturas de tecidos ricos em lã: uma à base de pura lã e uma outra contendo lã e poliéster numa relação de 83 a 17%. Dotado de propriedades repelentes de água e entretelas laváveis na máquina, o artigo incorpora ainda processamento 3D eco-super que lhe permite reter a forma original. O acabamento final recorre à L-Cisteína – um tipo de aminoácido natural presente no cabelo, unhas e pele que mantém o fato impecável e sem enrugamentos.
Os fatos foram criados pelo designer japonês Kansai Yamamoto e pelo inglês John Pearse e estão já disponíveis nas lojas do Japão nas colecções Kansainan e John Pearse, com preços que variam entre os 163 e 311 euros. "
http://www.f2-fashionsquare.pt/FashionSquare_web/FashionSquare_shower%20clean.htm
afinal de contas, todos os minutos contam.
se não precisarmos de nos despir antes do duche para ir trabalhar, melhor...
Os fatos podem ser lavados no decorrer de um duche quente (a 40o C) sem detergente e não necessitam de ser passados a ferro. Deverão ser colocados do avesso, colocados num cabide e vaporizados com água quente durante uns minutos. Seguidamente, deve-se repetir o processo do outro lado, antes de serem deixados a secar, após o que voltarão à sua forma original. Bastam duas horas e ficam prontos a serem usados no dia seguinte.
Com uma estrutura cava de tecido, o fato permite a fácil circulação de ar possuindo misturas de tecidos ricos em lã: uma à base de pura lã e uma outra contendo lã e poliéster numa relação de 83 a 17%. Dotado de propriedades repelentes de água e entretelas laváveis na máquina, o artigo incorpora ainda processamento 3D eco-super que lhe permite reter a forma original. O acabamento final recorre à L-Cisteína – um tipo de aminoácido natural presente no cabelo, unhas e pele que mantém o fato impecável e sem enrugamentos.
Os fatos foram criados pelo designer japonês Kansai Yamamoto e pelo inglês John Pearse e estão já disponíveis nas lojas do Japão nas colecções Kansainan e John Pearse, com preços que variam entre os 163 e 311 euros. "
http://www.f2-fashionsquare.pt/FashionSquare_web/FashionSquare_shower%20clean.htm
afinal de contas, todos os minutos contam.
se não precisarmos de nos despir antes do duche para ir trabalhar, melhor...
domingo, setembro 28, 2008
meteorologia

o céu com nuvens não me faz nada bem.
quer dizer, eu gosto de um céu bastante carregado, desde que isso signifique que vai chover às carradas.
gosto de pequenos dilúvios, de sentir a chuva na cara e de dançar numa rua inundada.
agora, se não é para chuver, vento e um pequeno temporal, prefiro ver o céu sem nuvens.
assim, este tempo em que não chove nem me deixa ver a luz do sol deprime-me.
a sério, fico sem energia para fazer o que quer que seja.
é que não dá para nada. simplesmente para ficar em casa, a olhar lá para fora e ver nuvens por cima de ruas desertas sem movimento nem vida.
se é para o tempo estar assim, então é bom mesmo que chova, que venham as cheias, que me deixem ir dançar nas poças de lama.
ou isso, ou então que possa ir para uma esplanada e ter motivos para colocar os óculos de sol, enquanto tomo o meu café e leio o jornal.
acho que aquilo que mais me deprime neste estado do tempo é mesmo a indefinição a que nos sujeita, sem sabermos se as nuvens se vão embora, ou se vão transformar numa chuva fria e agradável.
e tal como tempo, também o meu humor se torna indefinido...
sexta-feira, setembro 26, 2008
quarta-feira, setembro 24, 2008
desafiando...

sou,
sou impulsivo.
tenho uma grande tendencia a agir sem pensar em todas as consequências, a aceitar os desafios sem olhar às dificuldades e passar pelos limites sem reparar que já lá estavam;
sou apaixonado.
defendo o que é meu e aquilo que quero que seja meu.
não importa quem os outros são. defendo até ao fim porque acredito naquilo por que me apaixono;
sou parcial.
não consigo ficar parado sem assumir uma posição.
não resisto a tomar um lado e lutar por algo.
não consigo ser um espectador;
sou aluado.
tudo acaba por me passar ao lado, sem reparar na "grande novidade" de que toda a gente fala.
não sou a melhor pessoa para alguém perguntar das "notícias do burgo".
se não forem realmente importantes, não as sei;
sou obssessivo.
não consigo parar de tentar controlar o ambiente à minha volta.
não consigo parar de tentar manter tudo na ordem que estabeleci;
sou perfeccionista.
não consigo deixar as coisas a meio nem suporto fazê-las sem empenho.
não as consigo fazer sem o compromisso que não serão nada menos que perfeitas.
não,
não sou humilde.
sei as qualidades que tenho e não consigo escondê-las.
tenho a consciencia das minhas qualidades epouco me interessa se o mundo me vê como convencido.
afinal de contas, i'm what i'm. deal with it...
agora, desafio os autores dos seguintes sete blogs a escreverem as seis coisas que são e uma que não.
. ipsis verbis
sou impulsivo.
tenho uma grande tendencia a agir sem pensar em todas as consequências, a aceitar os desafios sem olhar às dificuldades e passar pelos limites sem reparar que já lá estavam;
sou apaixonado.
defendo o que é meu e aquilo que quero que seja meu.
não importa quem os outros são. defendo até ao fim porque acredito naquilo por que me apaixono;
sou parcial.
não consigo ficar parado sem assumir uma posição.
não resisto a tomar um lado e lutar por algo.
não consigo ser um espectador;
sou aluado.
tudo acaba por me passar ao lado, sem reparar na "grande novidade" de que toda a gente fala.
não sou a melhor pessoa para alguém perguntar das "notícias do burgo".
se não forem realmente importantes, não as sei;
sou obssessivo.
não consigo parar de tentar controlar o ambiente à minha volta.
não consigo parar de tentar manter tudo na ordem que estabeleci;
sou perfeccionista.
não consigo deixar as coisas a meio nem suporto fazê-las sem empenho.
não as consigo fazer sem o compromisso que não serão nada menos que perfeitas.
não,
não sou humilde.
sei as qualidades que tenho e não consigo escondê-las.
tenho a consciencia das minhas qualidades epouco me interessa se o mundo me vê como convencido.
afinal de contas, i'm what i'm. deal with it...
agora, desafio os autores dos seguintes sete blogs a escreverem as seis coisas que são e uma que não.
. ipsis verbis
.diga trinta e quatro
.tulipa negra
.ambloguidades
.constantes & inconstantes
.musa à parte
.pirata alegre
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