ou, se calhar, não, mas, neste momento, alguém me fez sentir vivo.
não sei. mas lá que o tom a sabe toda, isso sabe...
domingo, dezembro 28, 2008
domingo, dezembro 21, 2008
Mensagem de boas festas!
hoje, fui fazer as últimas comprs de natal.
este ano, nem todos aqueles que são importantes para mim recebem uma prenda para mim.
dizem qe é a crise, que são os preços inflaccionados e mais uma data de coisas.
não sei qual é a desculpa dos outros. a minha é simples: o dinheiro não abunda e prefiro fazer um telefonema ou enviar uma mensagem de natal do que gastar os tostões a comprar coisas para todos na loja do chinês que já sei que vão avariar 5 minutos depois de a ter oferecido, ou que tenha uma qualidade tão fraca que aqueles que recebem presentes meus até tem vergonha de receber.
assim, optei por pôr os "ovos todos no mesmo cesto" e dar poucos presentes, se bem que bons.
e foi a comprar estes ultimos presentes que me veio a emoção ao de cima.
afinal de contas, não se se passa o mesmo convosco, mas, foi ao comprar os presentes que me surgiu a tristeza de já não ter tanta gente a quem os dar.
sim, muito objectivamente, é bom não termos de nos preocupar com que havemos de oferecer (afinal de contas, há muita gente esquisitinha por aí que não se contenta com pouca coisa, ou sem aquela coisa especifica na qual nunca conseguimos acertar), mas também é aí que sentimos a falta dessa pessoa em que temos o pensamento, mas sabemos que já não faz parte da nossa vida. pelo menos, da forma como fazia.
é uma sensação estranha essa de perder pessoas, perder familiares, perder amigos.
eu não gosto dessa sensação de perda. talvez seja parte da vida.
tenho uma amiga que diz que nós entramos na vida das outras pessoas com um objectivo. seja de ajudar essas pessoas, seja para lhes ensinar algo (positivo ou nem tanto) e depois de cumprirmos esse objectivo que nos levou a entrar na vida dessa pessoa, da mesma forma que entramos, devemos sair.
ao que parece, é um processo contínuo que pode durar muito ou pouco tempo.
pode demorar uma noite, ou uma vida.
talvez essa minha amiga tenha razão.
talvez não tenha.
não sei.
sei que me custou não comprar aquelas prendas hoje.
custou-me porque já não tenho os seus beneficiários na minha vida, por esta ou aquela circunstancia, e custa-me não ter a sua companhia.
talvez seja um sentimento natural, mas a verdade é que não consigo ser sempre objectivo e, a verdade é que me dói não ter comigo as pessoas que perdi.
em breve, farei uma curta viagem para próximo dos meus, daqueles que ainda me restam e com qem partilho mais uma dor de perda.
vou por poucos dias ,e levo a mala um bocado mais vazia do que aquilo que gostaría, para uma festa que não é festa.
comprar presentes não é o que me entristece.
é o já não ter a quem os oferecer.
de qualquer forma, e porque não se aqui volto a escrever antes do meu retorno, desejo a todos um santo e feliz natal, junto dos vossos e daqueles que amam.
FELIZ NATAL!!!
este ano, nem todos aqueles que são importantes para mim recebem uma prenda para mim.
dizem qe é a crise, que são os preços inflaccionados e mais uma data de coisas.
não sei qual é a desculpa dos outros. a minha é simples: o dinheiro não abunda e prefiro fazer um telefonema ou enviar uma mensagem de natal do que gastar os tostões a comprar coisas para todos na loja do chinês que já sei que vão avariar 5 minutos depois de a ter oferecido, ou que tenha uma qualidade tão fraca que aqueles que recebem presentes meus até tem vergonha de receber.
assim, optei por pôr os "ovos todos no mesmo cesto" e dar poucos presentes, se bem que bons.
e foi a comprar estes ultimos presentes que me veio a emoção ao de cima.
afinal de contas, não se se passa o mesmo convosco, mas, foi ao comprar os presentes que me surgiu a tristeza de já não ter tanta gente a quem os dar.
sim, muito objectivamente, é bom não termos de nos preocupar com que havemos de oferecer (afinal de contas, há muita gente esquisitinha por aí que não se contenta com pouca coisa, ou sem aquela coisa especifica na qual nunca conseguimos acertar), mas também é aí que sentimos a falta dessa pessoa em que temos o pensamento, mas sabemos que já não faz parte da nossa vida. pelo menos, da forma como fazia.
é uma sensação estranha essa de perder pessoas, perder familiares, perder amigos.
eu não gosto dessa sensação de perda. talvez seja parte da vida.
tenho uma amiga que diz que nós entramos na vida das outras pessoas com um objectivo. seja de ajudar essas pessoas, seja para lhes ensinar algo (positivo ou nem tanto) e depois de cumprirmos esse objectivo que nos levou a entrar na vida dessa pessoa, da mesma forma que entramos, devemos sair.
ao que parece, é um processo contínuo que pode durar muito ou pouco tempo.
pode demorar uma noite, ou uma vida.
talvez essa minha amiga tenha razão.
talvez não tenha.
não sei.
sei que me custou não comprar aquelas prendas hoje.
custou-me porque já não tenho os seus beneficiários na minha vida, por esta ou aquela circunstancia, e custa-me não ter a sua companhia.
talvez seja um sentimento natural, mas a verdade é que não consigo ser sempre objectivo e, a verdade é que me dói não ter comigo as pessoas que perdi.
em breve, farei uma curta viagem para próximo dos meus, daqueles que ainda me restam e com qem partilho mais uma dor de perda.
vou por poucos dias ,e levo a mala um bocado mais vazia do que aquilo que gostaría, para uma festa que não é festa.
comprar presentes não é o que me entristece.
é o já não ter a quem os oferecer.
de qualquer forma, e porque não se aqui volto a escrever antes do meu retorno, desejo a todos um santo e feliz natal, junto dos vossos e daqueles que amam.
FELIZ NATAL!!!
sábado, dezembro 20, 2008
crónica de um dia de inverno
senti a ressaca ao acordar.
os inúmeros copos mandados abaixo numa noite de festa, por entre caras conhecidas numa multidão de ilustres desconhecidos que, comigo, tem a característica de ser D:
foram copos atrás de copos e senti uma boa-disposição momentânea naqueles momentos em que comi, bebi, dancei, ri.
foi bom. durante aquelas horas, era uma festa, sem as preocupações que deixei lá fora, ou com os então silenciosos problemas que me servem de companhia.
acordei e senti a ressaca. levantei-me para o meu mundo e iniciei a minha rotina sob pena de causar uma ruptura no universo de ligações mais ou menos claras que domina a minha vida.
senti um raio de sol na cara e, por momentos, vieram-me à memória dias felizes sem qualquer ligação entre si. não era memórias, mas sentimentos presentes que reportam a outras vidas. o sorriso desvaneceu-se.
talvez o f. tenha razão. talvez eu atinja a organização suprema da minha vida no universo caótico que é a minha existência sem que os que me rodeiam percebam minimamente o meu método nem sequer se dão ao trabalho de o tentar entender.
o certo é que aquele raio de sol, me deixei com eternas saudades idas dos tempos futuros que não alcancei e que já não posso atingir.
ficam, ao menos, as recordações e afecto de quem parte para longe de nós sem se despedir, sem uma palavra, sem um gesto. apenas um telefonema por parte de outrem que também não foi contemplado com a despedida.
ficarão as palavras por dizer, os perdões por pedir e os afectos por demonstrar.
ao menos a ressaca está comigo. moendo-me as poucas energias que consegui carregar numa noite/dia mal dormida/o e a sensação que me estou a perder dentro de mim.
afinal, os sentimentos provocam dor.
os inúmeros copos mandados abaixo numa noite de festa, por entre caras conhecidas numa multidão de ilustres desconhecidos que, comigo, tem a característica de ser D:
foram copos atrás de copos e senti uma boa-disposição momentânea naqueles momentos em que comi, bebi, dancei, ri.
foi bom. durante aquelas horas, era uma festa, sem as preocupações que deixei lá fora, ou com os então silenciosos problemas que me servem de companhia.
acordei e senti a ressaca. levantei-me para o meu mundo e iniciei a minha rotina sob pena de causar uma ruptura no universo de ligações mais ou menos claras que domina a minha vida.
senti um raio de sol na cara e, por momentos, vieram-me à memória dias felizes sem qualquer ligação entre si. não era memórias, mas sentimentos presentes que reportam a outras vidas. o sorriso desvaneceu-se.
talvez o f. tenha razão. talvez eu atinja a organização suprema da minha vida no universo caótico que é a minha existência sem que os que me rodeiam percebam minimamente o meu método nem sequer se dão ao trabalho de o tentar entender.
o certo é que aquele raio de sol, me deixei com eternas saudades idas dos tempos futuros que não alcancei e que já não posso atingir.
ficam, ao menos, as recordações e afecto de quem parte para longe de nós sem se despedir, sem uma palavra, sem um gesto. apenas um telefonema por parte de outrem que também não foi contemplado com a despedida.
ficarão as palavras por dizer, os perdões por pedir e os afectos por demonstrar.
ao menos a ressaca está comigo. moendo-me as poucas energias que consegui carregar numa noite/dia mal dormida/o e a sensação que me estou a perder dentro de mim.
afinal, os sentimentos provocam dor.
segunda-feira, dezembro 15, 2008
mea culpa
ultimammente, ando a falhar como as notas de 500...
esqueço-me de enviar coisas importantes que amigos estão a precisar, termino chamadas com a nota ligo de volta "já a seguir" e não mais voltar a tocar no telefone.
tenho reparado que essas pessoas que se queixam, na verdade, até tem razão.
eu tento estar com toda a gente, conviver com toda a gente e não deixar ninguém de fora.
e, por muito bons que sejam os meus motivos, acabo sempre por deixar alguém na fossa...
eu sei. a culpa é minha. talvez esta coisa de tentar estar com todos, e quando estou a dar toda a atenção uns, acabo por deixar os outros de fora. talvez seja esta a minha forma de ser egoísta.
não sei o é. sei apenas que é a forma como desaponto os meus amigos.
eu não o faço por mal, não o faço para magoar alguém. bem pelo contrário.
contudo, por muito boas intenções que eu tenha, sei que me vou esquecer.
lá no fundo, só não sei se sou mais um "filho-da-puta egoísta e egocêntrico" ou apenas "o homem com o toque de midas invertido". afinal de contas, "everything i touch turns to shit..."
"podia ser pior...", dizem alguns.
outros já não dizem nada.
o mais certo é começarem a desistir de mim.
afinal de contas, sou falível.
sou falível com os meus amigos, sou falível com as minhas relações, sou falível com a minha família. que o diga a minha avó, se puder...
de facto, agora que me lembro, até sou falível com as minhas coisas.
nem o cacto se safou de um destino terrível.
vá, e convenhamos, era um cacto...
não posso dizer que vou mudar. talvez porque nem eu me consigo enganar dessa maneira.
posso tentar ficar mais atento àqueles que precisam de mim, e começar a regar as plantas (triste fim o daquele cacto...).
não garanto que consiga, mas vou tentar.
desculpem quaquer coisita.
esqueço-me de enviar coisas importantes que amigos estão a precisar, termino chamadas com a nota ligo de volta "já a seguir" e não mais voltar a tocar no telefone.
tenho reparado que essas pessoas que se queixam, na verdade, até tem razão.
eu tento estar com toda a gente, conviver com toda a gente e não deixar ninguém de fora.
e, por muito bons que sejam os meus motivos, acabo sempre por deixar alguém na fossa...
eu sei. a culpa é minha. talvez esta coisa de tentar estar com todos, e quando estou a dar toda a atenção uns, acabo por deixar os outros de fora. talvez seja esta a minha forma de ser egoísta.
não sei o é. sei apenas que é a forma como desaponto os meus amigos.
eu não o faço por mal, não o faço para magoar alguém. bem pelo contrário.
contudo, por muito boas intenções que eu tenha, sei que me vou esquecer.
lá no fundo, só não sei se sou mais um "filho-da-puta egoísta e egocêntrico" ou apenas "o homem com o toque de midas invertido". afinal de contas, "everything i touch turns to shit..."
"podia ser pior...", dizem alguns.
outros já não dizem nada.
o mais certo é começarem a desistir de mim.
afinal de contas, sou falível.
sou falível com os meus amigos, sou falível com as minhas relações, sou falível com a minha família. que o diga a minha avó, se puder...
de facto, agora que me lembro, até sou falível com as minhas coisas.
nem o cacto se safou de um destino terrível.
vá, e convenhamos, era um cacto...
não posso dizer que vou mudar. talvez porque nem eu me consigo enganar dessa maneira.
posso tentar ficar mais atento àqueles que precisam de mim, e começar a regar as plantas (triste fim o daquele cacto...).
não garanto que consiga, mas vou tentar.
desculpem quaquer coisita.
segunda-feira, dezembro 08, 2008
foi às 9 da manha de dia 6...
obrigado aos meus amigos que apareceram e me deixaram chorar no seu ombro;
obrigado aos meus amigos pelos telefonemas e mensagens de apoio;
obrigado aos meus amigos por estarem lá para me ajudar a suportar a dor que ainda sinto.
obrigado.
obrigado aos meus amigos pelos telefonemas e mensagens de apoio;
obrigado aos meus amigos por estarem lá para me ajudar a suportar a dor que ainda sinto.
obrigado.
sexta-feira, dezembro 05, 2008
significado das coisas???
"jantar" | s. m. | v. tr. | v. int.
"do Lat. jentare, almoçar
s. m.,
uma das principais refeições do dia, que é tomada ao fim da tarde;
iguarias que a compõem;
antigo tributo enfitêutico;
tributo que as povoações pagavam aos reis para sustento da sua comitiva, quando iam exercer justiça;
v. tr.,
comer por ocasião da principal refeição;
v. int.,
tomar essa refeição."
já repararam que, cada vez que tentamos definir algo, acabamos sempre num sentido redutor?
acho que é um bocadinho mais.
"do Lat. jentare, almoçar
s. m.,
uma das principais refeições do dia, que é tomada ao fim da tarde;
iguarias que a compõem;
antigo tributo enfitêutico;
tributo que as povoações pagavam aos reis para sustento da sua comitiva, quando iam exercer justiça;
v. tr.,
comer por ocasião da principal refeição;
v. int.,
tomar essa refeição."
já repararam que, cada vez que tentamos definir algo, acabamos sempre num sentido redutor?
acho que é um bocadinho mais.
quarta-feira, dezembro 03, 2008
os tempos de hoje...

se há algo que me faz lembrar a todos os momentos que os tempos mudam, que a evolução é constante e merdas desse género, essa coisa é, sem sombra de duvidas, o meu telemóvel.
antigamente, iamos até uma loja de telemóveis.
compravamos o último modelo (vá, colaborem...), pagavamos, levavamos o traste para casa.
chegados a casa, era só tirar o telemóvel da caixa, colocar o cartão, digitar o pin e pronto. estava o telemóvel pronto a usar.
e esses eram os telemóveis mais complicados. havia outros que nem do pin precisavamos.
e não é que os sacanas faziam tudo o que era necessário?
faziam chamadas, quer dizer, os bons faziam chamadas. os menos bons faziam chamadas para a rede nacional. lembro-me perfeitamente de ter um motorola que não podia fazer chamadas para o estrangeiro. também... nessa altura, não precisava muito dessas mariquices... telefonar para o estrangeiro... pfff...
mas enfim, faziam as suas chamadas, enviam umas mensagens (não muitas porque as pessoas ainda não se tinham lembrado do bom que é poder dizer uma merda qualquer ao patrão sem ter de o ouvir, ou ainda dos namorados que não recisavam de vir para a rua fria para falar ao telemóvel com a respectiva sem que ela percebesse que estavam a aquecer-se no confortável calor de uma casa de strip... perdão... dança erótica... (são coisas perfeitamente diferentes...).
depois, além das chamadas e das mensagens escritas, os telemóveis de antigamente (os bastante mais caros) já tinham uma série de luxos. alguns, além do toque por vibração (que só era possível se comprassemos a bateria especial que custava tanto como o telemóvel em si...) alguns, os bastante mais caros, chegavam a ter, vá, o relógio com função de despertador.
aqueles mesmo muito caros, tinham mesmo o calendário...
agora, os tempos são outros.
vá-se lá saber porquê, está tudo informatizado e vá, todos sabemos disto, até já andam por aí uma série de vírus para os coitados dos telemóveis.
contudo, estes coitados não desistem de nos tentar ( TENTAR) facilitar a vida.
chegam os blackberrys, os iphones e coisas do género para que possamos ser um bocadinho mais independentes.
alguns até já trazem o belo do gps para que certas e determinadas pessoas possam variar as suas saídas à noite pegando no carro e dirigindo-se a um sítio onde nunca estiveram e sem, sequer, saberem onde fica. assim, sim.
só que, estes telemóveis que nasceram para nos facilitar a vida, não são assim tão simples de usar como os de antigamente.
decidido a trocar o meu N73, fui ontem a uma loja. não é que o meu telefone fosse mau. de facto, gosto imenso dele, mas, por diversas razões, nomeadamente, trabalho e jantares de sábado, achei que talvez fosse melhor arranjar algo ligeiramente acima.
´não comprei nada de especial. é um telemóvel normalissimo, de preço médio com as funcionalidades habituais nos telefones de agora.
em comparação com o meu anterior só muda mesmo o facto de ter gps, outlook, internet de banda larga, sistema para ouvir e ver praticamente todos os formatos disponíveis, televisão, bussula, as ferramentas do office e mais umas coisitas...
havia também a versão que faz café, mas não tinha pontos suficientes na tmn pelo que tive de ir comprar este à vodafone.
ora bem, com tanta tralha que esta coisa tem, o telefone só pode ter sido criado para me facilitar a vida.
sei lá, fazer pequenos trabalhos quando não estou no escritório, ver uns filmezitos enquanto estou à porta de alguém à espera, não me perder quando estoua tentar impressionar com um restaurante onde nunca pus os pés mas convém que a nossa companhia pense que somos uns entendidos... coisas dessas...
ora bem, depois de trazer o telemóvel para casa, tive de voltar à loja porque não conseguia abrir a máquina para lhe pôr o cartão lá dentro...
depois, tive de passar meia-hora a falar com o assistente da rede porque seria aconselhável adquirir pacotes de dados para evitar pagar uma factura de 300 EUR ao fim do mês.
(curioso que, mal liguei o telefone, e depois de colocar o pin, o sacana pediu-me logo o meu endereço de e-mail e a pass do mesmo... hmm... isto será de confiar???)
bem, como não estava a conseguir ligar certas aplicações que tinha no meu anterior, foi-me aconselhado fazer algumas actualizações no equipamento (ele tinha acabado de sair da caixa e o modelo foi lançado há menos de dois meses... como é que eu haveria de adivinhar que já existiam 7 actualizações para o sacana???).
mas enfim, agora, até posso dizer que já vou dominando a máquina.
afinal, depois de duas horas a instalar actualizações no telemóvel (e no pc, porque, ao nque parece, são unha e carne), já consegui utilizar o adobe, assim como, depois de 30 EUR de saldo, já consegui po-lo a enviar e-mails. só enho pena de ainda não ter conseguido que ele os receba e, depois de um dia inteiro a tentar, já consegui programar o gps para me dar as indicações para tomar café... do outro lado da rua...
outros tempos estes. giros, mas manhosos.
tenho saudades do meu star tac... era uma merda, mas, na altura, não havia melhor e eu sabia funcionar com ele... :(
terça-feira, novembro 25, 2008
limites?
às vezes, é preciso saber dizer "não".
o problema é quando, apesar de saber que temos de o dizer, nos vai saber tão bem dizer "sim".
por muito que saibamos que, se clhar, é melhor para nós não fazer aquela coisita que nós sabemos que nos vai roubar tempo de qualidade, mas, por outro lado, se nos vai roubar tempo que gostaríamos de ter para, sei lá, ir às compras de natal, ou até ir comer um bom bife àquele restaurante onde sabemos que vamos ser bem servidos, mas não conseguimos dizer "não" a um desafio e saber até onde conseguimos chegar.
eu acredito que todos nós somos movidos pelos desafios.
tanto na nossa vida profissional, como na nossa vida social, acho que não há uma pessoa (bem, talvez haja, mas não vou ponderar essas existências porque me estragam a filosofia...) que não acredite que consegue fazer mais e melhor e não o tentar fazer.
é algo que nasce connosco e não desaparece.
afinal de contas, quem é que não quer ser o melhor lá do escritório, encontrar o principe encantado ou a mulher dos seus sonhos e zarparem nuva aventura, só porque são capazes?
exijam a perfeição. o resto vem por si...
o problema é quando, apesar de saber que temos de o dizer, nos vai saber tão bem dizer "sim".
por muito que saibamos que, se clhar, é melhor para nós não fazer aquela coisita que nós sabemos que nos vai roubar tempo de qualidade, mas, por outro lado, se nos vai roubar tempo que gostaríamos de ter para, sei lá, ir às compras de natal, ou até ir comer um bom bife àquele restaurante onde sabemos que vamos ser bem servidos, mas não conseguimos dizer "não" a um desafio e saber até onde conseguimos chegar.
eu acredito que todos nós somos movidos pelos desafios.
tanto na nossa vida profissional, como na nossa vida social, acho que não há uma pessoa (bem, talvez haja, mas não vou ponderar essas existências porque me estragam a filosofia...) que não acredite que consegue fazer mais e melhor e não o tentar fazer.
é algo que nasce connosco e não desaparece.
afinal de contas, quem é que não quer ser o melhor lá do escritório, encontrar o principe encantado ou a mulher dos seus sonhos e zarparem nuva aventura, só porque são capazes?
exijam a perfeição. o resto vem por si...
domingo, novembro 23, 2008
sábado à noite
gps não funciona.
a pedir indicações, também mal nos safamos.
mas lá se chega. restaurante acolhedor, boa comida, bom ambiente.
pela pancadinha que o empregado me deu nas costas, também me parece que estva em boa companhia... ;)
poiso seguinte, hmm, melhor pedir algumas informações: 20 pedidos, 20 respostas diferentes. acho também passamos 20 vezes pelo mesmo sítio.
"olha, policia municipal"...
sim, eles devem saber. hmm, se calhar esperamos que o senhor aprenda como se desça o vidro. pois... está dificil... ah, já tá... hmm, não tem muito bem a certeza onde possa ser...
tudo bem, era mesmo ali ao lado...
hmm..., sitio interessante... cultura... livros, pintura, concertos, ah, e copos...
hmm,... interessante o conceito... beber um copo, enquanto aprendemos o existencialismo e ouvimos um recital de piano... bom!
aquele sujeito trás de nós tem é um ar um pouco estranho... quer dizer, pedófilo... , mas o ambiente é bom...
vamos dançar?... hmm, vamos para o nosso poiso... ok...
aquela senhora já ali estva da ultima vez... hmm, acho que está a tentar juntar-se a nós... é melhor não... pois...
"a tua mulher?"... "está no ataque..." ... pois... relação interessante... "se fosses mulhr dele, também estarias...", "pressupostos errados, nunca seria mulher dele...", uff...
nota: não me desiquilibrar... click... dei-te cabo das costas...
DESCULPA... :(
hmm... "boa sorte"... vamos para casa!!!
Resumo: uma noite como todas as outras: diferente e divertida.
a pedir indicações, também mal nos safamos.
mas lá se chega. restaurante acolhedor, boa comida, bom ambiente.
pela pancadinha que o empregado me deu nas costas, também me parece que estva em boa companhia... ;)
poiso seguinte, hmm, melhor pedir algumas informações: 20 pedidos, 20 respostas diferentes. acho também passamos 20 vezes pelo mesmo sítio.
"olha, policia municipal"...
sim, eles devem saber. hmm, se calhar esperamos que o senhor aprenda como se desça o vidro. pois... está dificil... ah, já tá... hmm, não tem muito bem a certeza onde possa ser...
tudo bem, era mesmo ali ao lado...
hmm..., sitio interessante... cultura... livros, pintura, concertos, ah, e copos...
hmm,... interessante o conceito... beber um copo, enquanto aprendemos o existencialismo e ouvimos um recital de piano... bom!
aquele sujeito trás de nós tem é um ar um pouco estranho... quer dizer, pedófilo... , mas o ambiente é bom...
vamos dançar?... hmm, vamos para o nosso poiso... ok...
aquela senhora já ali estva da ultima vez... hmm, acho que está a tentar juntar-se a nós... é melhor não... pois...
"a tua mulher?"... "está no ataque..." ... pois... relação interessante... "se fosses mulhr dele, também estarias...", "pressupostos errados, nunca seria mulher dele...", uff...
nota: não me desiquilibrar... click... dei-te cabo das costas...
DESCULPA... :(
hmm... "boa sorte"... vamos para casa!!!
Resumo: uma noite como todas as outras: diferente e divertida.
doutores????
no meio dos episódios todos que se passam numa noite diferente, como outra qualquer, eis que vou ao bar buscar bebidas para os dois.
com a demora que os barmen estavam a demorar, reparei que, ao meu lado, estava um senhor que eu já conhecia há largos anos. funcionário da faculdade, com quem lidei inumeras vezes enquanto nos meus tempos de associação.
pode-se mesmo dizer que até o conhecia relativamente bem, e havia uma certa confiança.
perguntou-me como estava, se já tinha acabado o curso, se já estava a trabalhar... essas coisas normais. nada de especial.
quando disse que já, começou automaticamente a tratar-me por "dr.".
disse-lhe que não o fizesse, que não era necessário nem, tendo em conta o ambiente onde estavamos, apropriado. pedi-lhe que não o fizesse. afinal de contas, a única coisa que eu fiz foi acabar um curso e que isso não era nada de especial. não me sentia melhor nem pior com isso e, de facto, tratar-me por "dr." nem era algo assim de tão extraordinário, além do facto do senhor já me conhecer há uns bons cinco anos. não precisava de proceder àquele tratamento.
e eis que el me responde com "dr. eu posso trabalhar na garagem, e sei onde é o meu lugar e como se devem tratar as pessoas. os doutores lá na faculdade exigem e dizem "oiça lá, sabe com quem está a falar? olhe que eu sou doutor...", por isso devem-se tratar as pessoas pelos títulos"...
fiquei abismado com o que ouvi a boca daquele homem. é que, "os doutores exigem...".
ora, eu até posso ser novo nestas coisas de ser dr., não sei, mas... que merda é esta?
aquele homem procede a este tratamento porque eles exigem e zangam-se e não se squecem de colocar aquele homem no seu sítio: na garagem.
pois bem, acho isso um bocadinho triste e, sinceramente, só pessoas com uma auto-estima muito baixa e com uns horizontes muito limitados podem exigir um tratamento assim.
não digo que não se deva usar o trato, mas exigi-lo. meus amigos, todos bardamerda.
um grau adquire-se pelos onhecimentos demonstrados, ou pelos amigos que se têm..., mas disso não falo agora, mas pelos vistos, a dignidade de usar não se encontra inerente ao mesmo.
para receber o justo tratamento, comportem-se como tal e mereçam-no. não o exijam só porque o são pois, tal como eu, muitos se lembram das figuras tristes que vocês fazem e as violações éticas que praticam.
querem ser tratados por "doutores"? comportem-se como tal.
eu dou mais sinais de respeito `quele senhor que está a batalhar para fazer o curso profissional para acabar o 12º...
merdas...
com a demora que os barmen estavam a demorar, reparei que, ao meu lado, estava um senhor que eu já conhecia há largos anos. funcionário da faculdade, com quem lidei inumeras vezes enquanto nos meus tempos de associação.
pode-se mesmo dizer que até o conhecia relativamente bem, e havia uma certa confiança.
perguntou-me como estava, se já tinha acabado o curso, se já estava a trabalhar... essas coisas normais. nada de especial.
quando disse que já, começou automaticamente a tratar-me por "dr.".
disse-lhe que não o fizesse, que não era necessário nem, tendo em conta o ambiente onde estavamos, apropriado. pedi-lhe que não o fizesse. afinal de contas, a única coisa que eu fiz foi acabar um curso e que isso não era nada de especial. não me sentia melhor nem pior com isso e, de facto, tratar-me por "dr." nem era algo assim de tão extraordinário, além do facto do senhor já me conhecer há uns bons cinco anos. não precisava de proceder àquele tratamento.
e eis que el me responde com "dr. eu posso trabalhar na garagem, e sei onde é o meu lugar e como se devem tratar as pessoas. os doutores lá na faculdade exigem e dizem "oiça lá, sabe com quem está a falar? olhe que eu sou doutor...", por isso devem-se tratar as pessoas pelos títulos"...
fiquei abismado com o que ouvi a boca daquele homem. é que, "os doutores exigem...".
ora, eu até posso ser novo nestas coisas de ser dr., não sei, mas... que merda é esta?
aquele homem procede a este tratamento porque eles exigem e zangam-se e não se squecem de colocar aquele homem no seu sítio: na garagem.
pois bem, acho isso um bocadinho triste e, sinceramente, só pessoas com uma auto-estima muito baixa e com uns horizontes muito limitados podem exigir um tratamento assim.
não digo que não se deva usar o trato, mas exigi-lo. meus amigos, todos bardamerda.
um grau adquire-se pelos onhecimentos demonstrados, ou pelos amigos que se têm..., mas disso não falo agora, mas pelos vistos, a dignidade de usar não se encontra inerente ao mesmo.
para receber o justo tratamento, comportem-se como tal e mereçam-no. não o exijam só porque o são pois, tal como eu, muitos se lembram das figuras tristes que vocês fazem e as violações éticas que praticam.
querem ser tratados por "doutores"? comportem-se como tal.
eu dou mais sinais de respeito `quele senhor que está a batalhar para fazer o curso profissional para acabar o 12º...
merdas...
quinta-feira, novembro 20, 2008
a chatice de ser feliz...
não tenho muito que me queixar!
se isto continua assim, o raio do blog perde qualidade...
se isto continua assim, o raio do blog perde qualidade...
segunda-feira, novembro 10, 2008
hmm...
para as pessoas que me conhecem, acho que não é novidade nenhuma que eu gosto imenso de carros.
todos os meus amigos reparam que, passando pelo quiosque para comprar tabaco ou o jornal do dia, tenho de trazer a automotor, a autofoco, a autohoje ou algo do género.
gosto de carros.
há quem goste de comprar roupa. eu gosto de carros.
mas eu não gosto apenas dos carros novos, das super-máquinas ou dos TT mais eficazes que nos levam ao cume do everest enquanto nos aquecem o chá e nos fazem uma massagem (sim, há carros que fazem isso...).
gosto, particularmente, de carros clássicos.
não sei bem porquê. não sei se é pelo facto de serem de outras eras e já andaram por cá há mais tempo do que eu e por todos os períodos pelos quais já passaram. não sei se é pela sua simplicidade, mas boa construção, pelos interiores que, ao contrário dos carros de hoje, eram esculpidos à mão, ou até pelo facto de serem produzidos da forma que deveriam ser, sem as ajudas electrónicas dos de hoje que quase nos obrigam a tirar um curso de engenharia apara ligar o motor, ou pelo facto de serem criados simplesmente pela emoção de serem e não serem cosntrangidos pelas soluções de espaço, conforto ou constrangimentos ambienatais que travam os bólides de hoje.
talvez seja antes pelo estilo que tinham, e têm, por aquele design que os faz aparecer e ser quase impossível confundi-los com qualquer outro carro.
talvez sejam todas os motivos citados. não sei, mas sei que gosto.
um dia, assim que conseguir amealhar um dinheirinho que permita o devaneio ( e com os dias que correm, não me parece lá muito fácil...), acho que não vou comprar um carro novo.
acho que faria melhor investimento em comprar um bom clássico, um carro fiável, de uma outra era, as que não me desvalorize como os carros de agora o fazem.
talvez por isso, além das revistas já referidas, ando sempre a comprar revistas de clássicos (a maioria inglesas que são onde se conseguem as melhores criticas e os melhores negócios).
ora, para quem me conhece, também já deve ter reparado que, no momento da compra do meu clássico, a minha escolha terá que recair, obrigatóriamente, num Mercedes.
toda a gente tem uma panca, não é?
pois bem, a minha são os mercedes.
talvez por isso, ande à procura de 280's da época de '70.
são bons carros, tanto as berlinas como os desportivos, e é uma óptima e fiável forma de ter os meus primeiros clássicos.
são bons carros, com um motor generoso que permite as nossas aceleradelas, de vez em quando, e, pelo menos, para mim, tem imenso estilo.
são comfortáveis, não chegam a poluir tanto como o meu pequeno 190d, e aqueles intreriores em couro (da altura em que ainda eram os interiores feitos de pele de vaca verdadeira)praticamente cosidos à mão são sinais de um luxo que hoje já não há.
carros rápidos e confortáveis.
é claro que, por vezes, temos que pensar bem na nossa vida e tentar entender se são mesmo aquilo que nos convém.
afinal de contas, é perfeitamente possível encontrar um desses exemplares por um preço bem em conta, sem estar a qualidade ou fiabilidade da estrutura e motor postos em causa.
por outro lado, há que pensar que também são carros exigentes.
dão-nos tudo que nós queremos, mas temos de fazer as contas porque nos vão exigir uma garagem que lhes proteja a pintura do frio e vão ter que mudar óleo mais frequentemente que o clio de todos os dias.
como se isto não bastasse, os 280's são carros com potência, e que não fogem a um desafio na estrada não olhando para a idade que apresentam no livrete mas, além de não ser aconselhável andar com o motor sempre em alta, não se vão coibir de consumir os seus 20 litrinhos de 98...
são bons carros e desejo mesmo ter um.
contudo, às vezes também sou obrigado a recuar pois, na minha posição, ainda não me posso dar ao luxo de usá-los como carros do dia-a-dia, assim como ainda não tenho posses para os ter enquanto carro do fim-de-semana.
são escolhas difíceis, estas.
vai valendo a parte de ainda não ter dinheiro para ter de as tomar... :)
todos os meus amigos reparam que, passando pelo quiosque para comprar tabaco ou o jornal do dia, tenho de trazer a automotor, a autofoco, a autohoje ou algo do género.
gosto de carros.
há quem goste de comprar roupa. eu gosto de carros.
mas eu não gosto apenas dos carros novos, das super-máquinas ou dos TT mais eficazes que nos levam ao cume do everest enquanto nos aquecem o chá e nos fazem uma massagem (sim, há carros que fazem isso...).
gosto, particularmente, de carros clássicos.
não sei bem porquê. não sei se é pelo facto de serem de outras eras e já andaram por cá há mais tempo do que eu e por todos os períodos pelos quais já passaram. não sei se é pela sua simplicidade, mas boa construção, pelos interiores que, ao contrário dos carros de hoje, eram esculpidos à mão, ou até pelo facto de serem produzidos da forma que deveriam ser, sem as ajudas electrónicas dos de hoje que quase nos obrigam a tirar um curso de engenharia apara ligar o motor, ou pelo facto de serem criados simplesmente pela emoção de serem e não serem cosntrangidos pelas soluções de espaço, conforto ou constrangimentos ambienatais que travam os bólides de hoje.
talvez seja antes pelo estilo que tinham, e têm, por aquele design que os faz aparecer e ser quase impossível confundi-los com qualquer outro carro.
talvez sejam todas os motivos citados. não sei, mas sei que gosto.
um dia, assim que conseguir amealhar um dinheirinho que permita o devaneio ( e com os dias que correm, não me parece lá muito fácil...), acho que não vou comprar um carro novo.
acho que faria melhor investimento em comprar um bom clássico, um carro fiável, de uma outra era, as que não me desvalorize como os carros de agora o fazem.
talvez por isso, além das revistas já referidas, ando sempre a comprar revistas de clássicos (a maioria inglesas que são onde se conseguem as melhores criticas e os melhores negócios).
ora, para quem me conhece, também já deve ter reparado que, no momento da compra do meu clássico, a minha escolha terá que recair, obrigatóriamente, num Mercedes.
toda a gente tem uma panca, não é?
pois bem, a minha são os mercedes.
talvez por isso, ande à procura de 280's da época de '70.
são bons carros, tanto as berlinas como os desportivos, e é uma óptima e fiável forma de ter os meus primeiros clássicos.
são bons carros, com um motor generoso que permite as nossas aceleradelas, de vez em quando, e, pelo menos, para mim, tem imenso estilo.
são comfortáveis, não chegam a poluir tanto como o meu pequeno 190d, e aqueles intreriores em couro (da altura em que ainda eram os interiores feitos de pele de vaca verdadeira)praticamente cosidos à mão são sinais de um luxo que hoje já não há.
carros rápidos e confortáveis.
é claro que, por vezes, temos que pensar bem na nossa vida e tentar entender se são mesmo aquilo que nos convém.
afinal de contas, é perfeitamente possível encontrar um desses exemplares por um preço bem em conta, sem estar a qualidade ou fiabilidade da estrutura e motor postos em causa.
por outro lado, há que pensar que também são carros exigentes.
dão-nos tudo que nós queremos, mas temos de fazer as contas porque nos vão exigir uma garagem que lhes proteja a pintura do frio e vão ter que mudar óleo mais frequentemente que o clio de todos os dias.
como se isto não bastasse, os 280's são carros com potência, e que não fogem a um desafio na estrada não olhando para a idade que apresentam no livrete mas, além de não ser aconselhável andar com o motor sempre em alta, não se vão coibir de consumir os seus 20 litrinhos de 98...
são bons carros e desejo mesmo ter um.
contudo, às vezes também sou obrigado a recuar pois, na minha posição, ainda não me posso dar ao luxo de usá-los como carros do dia-a-dia, assim como ainda não tenho posses para os ter enquanto carro do fim-de-semana.
são escolhas difíceis, estas.
vai valendo a parte de ainda não ter dinheiro para ter de as tomar... :)
domingo, novembro 09, 2008
sábado, novembro 08, 2008
old????
vamos todos mudando.
não digo que deixemos de ser os mesmos idiotas, mas, de alguma forma, acabamos por já não querer fazer as mesmas coisas.
continuamos a gostar de as fazer, mas sabe bem, de vez em quando, em vez de sair do trabalho e rumar para um jantar bem regado, seguido de mais uns copos pela noite fora, ficar antes por casa, na ronha a imaginar o frio que estará lá fora enquanto ficamos cá dentro, no quentinho.
não creio que sejamos uma geração envelhecida precocemente.
apenas vamos aproveitando todas as experiências que a vida nos reserva. nem que seja apenas o prazer de uma noite calma... :)
não digo que deixemos de ser os mesmos idiotas, mas, de alguma forma, acabamos por já não querer fazer as mesmas coisas.
continuamos a gostar de as fazer, mas sabe bem, de vez em quando, em vez de sair do trabalho e rumar para um jantar bem regado, seguido de mais uns copos pela noite fora, ficar antes por casa, na ronha a imaginar o frio que estará lá fora enquanto ficamos cá dentro, no quentinho.
não creio que sejamos uma geração envelhecida precocemente.
apenas vamos aproveitando todas as experiências que a vida nos reserva. nem que seja apenas o prazer de uma noite calma... :)
domingo, novembro 02, 2008
ri-te macambúzio...
o importante é ser versátil e ter a companhia certa para a ocasião.
ir jantar a sítio diferente, escondidinho a lisboa a que estamos habituados, pedir um bife, receber o bife e, no momento em que saboriamos o bife, encontrar a tampa do molho no prato pode ser chato.
por outro lado, com a companhia certa, transforma-se apenas num ponto alto da noite e garante gargalhadas genuinas para boa parte da noite. :)
usar um gps para encontrar o sitio escondidinho e, mesmo assim, andar uns quilómetros para lá do destino pode ser chato.
on the other hand, com a companhia certa, dará para conhecer aqueles prédios erfeitamente normais, mas que, relamente, não conhecíamos. :)
usar uma camisola de gola alta dá jeito para a noite, não dá para a dicoteca. é chato.
por outro lado, ameaçar tirá-la e expôr uma peça de indumentária ainda mais à frente, com a companhia certa, leva a inúmeras gargalhadas que duram umas boas 5 horas. :)
ver um condutor tresloucado a conduzir aos "ss" por cima de um pavimento cheio de crateras mesmo em direcção a nós pode ser chato.
por outro lado, com a companhia certa, bem que podia ser pior.
pior como? hmm, talvez ir comer um hamburguer a uma roulote frequentada por pessoas de aparencia e comporatmento duvidoso prestes a começar uma briga pelo preço de uma cerveja, vbem..., pode ser chato.
agora, se levarmos a companhia certa, é só mais um sítio para puxar mais um passinho de dança...
aquilo que realmente importa é ter a companhia certa que nos faz sentir bem independentemente do quão estranha pode ser a situação de ter que fazer um pequeno desvio até quase à amadora para chegar às bandas das docas quando estavamos em belém.
é importante rir e rir com vontade.
é importante ter com quem rir e quem nos puxe o riso.
claro que também também é importante ter quem nos aguente qando não paramos de cantar boney m e tentamos fazer as coreografias na rua, no carro, na roulote.
assim, acho que é seguro afirmar que a noite podia tinha de tudo para ser uma noite de qualidade média-baixa.
por outro lado, com a companhia, 5 estrelas...
ir jantar a sítio diferente, escondidinho a lisboa a que estamos habituados, pedir um bife, receber o bife e, no momento em que saboriamos o bife, encontrar a tampa do molho no prato pode ser chato.
por outro lado, com a companhia certa, transforma-se apenas num ponto alto da noite e garante gargalhadas genuinas para boa parte da noite. :)
usar um gps para encontrar o sitio escondidinho e, mesmo assim, andar uns quilómetros para lá do destino pode ser chato.
on the other hand, com a companhia certa, dará para conhecer aqueles prédios erfeitamente normais, mas que, relamente, não conhecíamos. :)
usar uma camisola de gola alta dá jeito para a noite, não dá para a dicoteca. é chato.
por outro lado, ameaçar tirá-la e expôr uma peça de indumentária ainda mais à frente, com a companhia certa, leva a inúmeras gargalhadas que duram umas boas 5 horas. :)
ver um condutor tresloucado a conduzir aos "ss" por cima de um pavimento cheio de crateras mesmo em direcção a nós pode ser chato.
por outro lado, com a companhia certa, bem que podia ser pior.
pior como? hmm, talvez ir comer um hamburguer a uma roulote frequentada por pessoas de aparencia e comporatmento duvidoso prestes a começar uma briga pelo preço de uma cerveja, vbem..., pode ser chato.
agora, se levarmos a companhia certa, é só mais um sítio para puxar mais um passinho de dança...
aquilo que realmente importa é ter a companhia certa que nos faz sentir bem independentemente do quão estranha pode ser a situação de ter que fazer um pequeno desvio até quase à amadora para chegar às bandas das docas quando estavamos em belém.
é importante rir e rir com vontade.
é importante ter com quem rir e quem nos puxe o riso.
claro que também também é importante ter quem nos aguente qando não paramos de cantar boney m e tentamos fazer as coreografias na rua, no carro, na roulote.
assim, acho que é seguro afirmar que a noite podia tinha de tudo para ser uma noite de qualidade média-baixa.
por outro lado, com a companhia, 5 estrelas...
sábado, novembro 01, 2008
work work work...
não acredito lá muito no dia das bruxas.
é uma daquelas tradições com as quais não cresci. se calhar é por isso que não acho muita piada em mascarar-me nesse dia. se calhar, foi por isso que não me mascarei.
por outro lado, também não é um dia em que podemos ser lá muito originais.
vá, no carnaval, num baile de máscaras, em afins, sempre temos uma margem mais larga de propostas para nos mascararmos.
agora, no halloween, estamos confinados a ser vampiros, mortos-vivos ou bruxos...
sim, ok, também há o cavaleiro sem cabeça, mas tentem lá enfiar uma cerveja pela goela abaixo com esse disfarce... não é nada fácil.
talvez por essas razões, ou, simplesmente, porque nem se lembraram, ontem, andamos orgulhosamente normais... :) e continuou a ser uma boa noite.
divertimo-nos, falamos da vid, bebemos uns copos (ok... eu bebi uns copos, eles foram acompanhando...) e fizemos aquilo que já não faziamos há algum tempo: estar juntos.
de facto, ao longo que o tempo vai passando, e as responsabilidades surgindo, vamos acabando por voltar menos àqueles sitios que nos dizem alguma coisa.
continuamos todos (ou quase), mas vamos alterando um bocadinho os programas.
em vez da noite da pesada, vai sendo uma noite de copos;
em vez da noite de copos, se calhar é melhor fazer um café alargado;
em vez do café alargado, se calhar é mesmo melhor um cafézinho lá na rua porque amanhã acordamos cedo e aquele projecto requer alguma atenção;
em vez do cafézinho lá da rua, é mesmo melhor combinar um almoço de 30 minutos porque aquele projecto requer mesmo muita atenção... e por aí adiante.
se calhar, estamos a ser consumidos por essa coisa que nos ocupa 75% do nosso dia.
bem, ao menos, quando estamos juntos, uma vez que vamos trabalhando em áreas diferentes, não falamos muito em trabalho.
espera, falamos.
mas, tomamos conciencia disso e mudamos de assunto para algo que não seja de trabalho.
por exemplo, gajas.
"oh pá, espera aí, é que lá no escritório há uma miuda de comer e chorar por mais" e pronto, lá voltamos nós a falar do trabalho...
pronto, trabalhamos 75% do nosso dia e no tempo de lazer falamos de trabalho.
é um bocadinho triste. quer dizer, não é.
é chato, até parece que as nossas vidas são dominadas pelo que fazemos.
não sei.
também pode ser por estarmos todos entusiasmados e com aquele sentimento de que o mundo é a nossa ostra e conseguiremos alcançar aquele pontinho um bocadinho mais além do infinito.
o que é que posso dizer? somos jovens que estão agora a dar os promeiros passos e temos ennergia para isto, para aquilo e para mais alguma coisa.
acho normal. nem só disso vive o homem, mas das coisas que não envolvem trabalho, falamos com os nossos colegas de escritório.
afinal de contas, há que equilibrar as coisas
PS: para o gaj0 da concorrência que conheci ontem, por muito que digas que não, quando chegares àquela fase em que podes comprar um Ferrari, vais ver a luz e comprar o Aston Martin.
É inevitável...
é uma daquelas tradições com as quais não cresci. se calhar é por isso que não acho muita piada em mascarar-me nesse dia. se calhar, foi por isso que não me mascarei.
por outro lado, também não é um dia em que podemos ser lá muito originais.
vá, no carnaval, num baile de máscaras, em afins, sempre temos uma margem mais larga de propostas para nos mascararmos.
agora, no halloween, estamos confinados a ser vampiros, mortos-vivos ou bruxos...
sim, ok, também há o cavaleiro sem cabeça, mas tentem lá enfiar uma cerveja pela goela abaixo com esse disfarce... não é nada fácil.
talvez por essas razões, ou, simplesmente, porque nem se lembraram, ontem, andamos orgulhosamente normais... :) e continuou a ser uma boa noite.
divertimo-nos, falamos da vid, bebemos uns copos (ok... eu bebi uns copos, eles foram acompanhando...) e fizemos aquilo que já não faziamos há algum tempo: estar juntos.
de facto, ao longo que o tempo vai passando, e as responsabilidades surgindo, vamos acabando por voltar menos àqueles sitios que nos dizem alguma coisa.
continuamos todos (ou quase), mas vamos alterando um bocadinho os programas.
em vez da noite da pesada, vai sendo uma noite de copos;
em vez da noite de copos, se calhar é melhor fazer um café alargado;
em vez do café alargado, se calhar é mesmo melhor um cafézinho lá na rua porque amanhã acordamos cedo e aquele projecto requer alguma atenção;
em vez do cafézinho lá da rua, é mesmo melhor combinar um almoço de 30 minutos porque aquele projecto requer mesmo muita atenção... e por aí adiante.
se calhar, estamos a ser consumidos por essa coisa que nos ocupa 75% do nosso dia.
bem, ao menos, quando estamos juntos, uma vez que vamos trabalhando em áreas diferentes, não falamos muito em trabalho.
espera, falamos.
mas, tomamos conciencia disso e mudamos de assunto para algo que não seja de trabalho.
por exemplo, gajas.
"oh pá, espera aí, é que lá no escritório há uma miuda de comer e chorar por mais" e pronto, lá voltamos nós a falar do trabalho...
pronto, trabalhamos 75% do nosso dia e no tempo de lazer falamos de trabalho.
é um bocadinho triste. quer dizer, não é.
é chato, até parece que as nossas vidas são dominadas pelo que fazemos.
não sei.
também pode ser por estarmos todos entusiasmados e com aquele sentimento de que o mundo é a nossa ostra e conseguiremos alcançar aquele pontinho um bocadinho mais além do infinito.
o que é que posso dizer? somos jovens que estão agora a dar os promeiros passos e temos ennergia para isto, para aquilo e para mais alguma coisa.
acho normal. nem só disso vive o homem, mas das coisas que não envolvem trabalho, falamos com os nossos colegas de escritório.
afinal de contas, há que equilibrar as coisas
PS: para o gaj0 da concorrência que conheci ontem, por muito que digas que não, quando chegares àquela fase em que podes comprar um Ferrari, vais ver a luz e comprar o Aston Martin.
É inevitável...
terça-feira, outubro 28, 2008
profundos desejos fúteis de um romântico coração de pedra socialista com uma pequena queda para o capitalismo selvagem...
não sei bem o que vai acontecer na minha vida. tenho um plano,mas, esse, está sempre a mudar...
de qualquer forma, lá me vou apercebendo que sempre há momentos que, apesar de não estarem no plano, ou não terem sido planeados para acontecerem daquela forma, roçam a perfeição.
assim, apercebi-me que quero mais desses momentos, que quero viver mais, que quero só mais um bocadinho de qualidade de vida.
não devo estar a "inventar a roda" quando digo que todos gostamos de pequenos luxos.
nada de especial. há mesmo quem ache que isso é cumprir os sonhos.
não sei se é isso, mas há coisas que, apesar de não me fazerem feliz, seriam capazes de me pôr um pequeno sorriso nos lábios. e dos lábios é que vem a felicidade. afinal de contas, ninguém gosta de alguém carrancudo.
sou feliz com o que tenho, mas não consigo deixar de pensar, pelo descrito supra, que podia ser um bocadinho melhor.
são aquelas pequenas nuances.
is it bad to get what you want?
acho que não.
por isso é que nos levantamos todos os dias e lutamos por algo.
se não o fazemos, deviamos...
de qualquer forma, lá me vou apercebendo que sempre há momentos que, apesar de não estarem no plano, ou não terem sido planeados para acontecerem daquela forma, roçam a perfeição.
assim, apercebi-me que quero mais desses momentos, que quero viver mais, que quero só mais um bocadinho de qualidade de vida.
não devo estar a "inventar a roda" quando digo que todos gostamos de pequenos luxos.
nada de especial. há mesmo quem ache que isso é cumprir os sonhos.
não sei se é isso, mas há coisas que, apesar de não me fazerem feliz, seriam capazes de me pôr um pequeno sorriso nos lábios. e dos lábios é que vem a felicidade. afinal de contas, ninguém gosta de alguém carrancudo.
sou feliz com o que tenho, mas não consigo deixar de pensar, pelo descrito supra, que podia ser um bocadinho melhor.
são aquelas pequenas nuances.
is it bad to get what you want?
acho que não.
por isso é que nos levantamos todos os dias e lutamos por algo.
se não o fazemos, deviamos...
segunda-feira, outubro 27, 2008
citação do dia:
"meu caro, nós temos um entendimento com Nossa Senhora de Fátima.
nós não tratamos maleitas e ela não trata de impostos..."
nós não tratamos maleitas e ela não trata de impostos..."
segunda-feira, outubro 20, 2008
No topo do mundo... :)

há dias bons.há dias em que me levanto, cheio de energia, faço a barba, tomo banho, limpo o espelho e, ao olhar para lá, me sinto instanteneamente bem por ser eu próprio.
há dias em que sabe bem, chegar à garagem, pegar no meu "cavalo branco" e rumar pela via rápida, ainda sem carros para o trabalho e sentir que, logo que saio daquele elevador, estou a ajudar alguém. ok, talvez não esteja a ajudar os pobres e desfavorecidos, mas sabe bem ajudar na mesma... :)
há dias em que nos sentimos bem. que chegamos a casa, deitamos a mala para um canto, o fato para o outro, vestimos um fato-de-treino e nos sabe bem correr, suar, deitar tudo cá para fora e cair de cansado, mas, ao mesmo tempo, sentir que ainda há energia para correr mais vinte.
há dias em que parece que o grupo de amigos nunca mais acaba, que não me consigo sentir sozinho, desde os dias de semana até à agitação do fim-de-semana em que nunca sabemos onde vamos para a seguir...
há desses dias em que me sinto bem na minha pele, que me sinto no topo do mundo e ainda a caminho de algo mais alto.
há dias bons...
estes tem-no sido, concerteza!!!
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